Todo mundo fala sobre APY. Muito poucos perguntam de onde vem.
É aí que o Real Yield muda o jogo no DeFi.
O rendimento real não é sobre números chamativos ou hype temporário. É sobre protocolos que realmente ganham dinheiro e compartilham essa receita com os usuários. Taxas de negociação, juros de empréstimos, penalidades de liquidação — atividade real, demanda real, valor real.
Se um protocolo paga recompensas apenas porque ele imprime novos tokens, esse rendimento não é renda — é diluição. Você está sendo pago hoje por estar sendo tributado amanhã.
Já vimos essa história antes.
1000% APYs atraem liquidez.
Emissões desaceleram.
O preço do token colapsa.
Os agricultores saem.
O protocolo desaparece.
O rendimento real separa armadilhas de cultivo de curto prazo de máquinas de renda de longo prazo.
Os projetos DeFi mais fortes estão se movendo em direção a: Recompensas respaldadas por receita
Distribuições sustentáveis
Vínculos claros entre uso e rendimento
Nem todo modelo baseado em emissão é ruim — mas confundir inflação com renda é caro.
No próximo ciclo DeFi, os vencedores não serão os APYs mais barulhentos.
Eles serão os protocolos com usuários reais, taxas reais e rendimento real.
APY chama atenção.
Receita constrói sobrevivência.
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