🚨 NOVO DESENVOLVIMENTO 🚨
🇮🇷🇨🇳 o Irã está avançando em direção a uma "Internet Nacional" rigidamente controlada — segundo relatos, ainda mais restritiva que a da China, segundo o The Guardian.
Isso marca uma virada importante para a liberdade digital dentro do Irã.
🔒 O que está acontecendo:
o Irã está acelerando os esforços para substituir a internet aberta por uma rede nacional controlada pelo Estado — uma versão simplificada e fortemente filtrada da web. O acesso a plataformas globais, notícias estrangeiras, redes sociais, mensagens criptografadas e serviços externos seria severamente limitado ou totalmente bloqueado.
⚠️ Preocupação principal:
Especialistas alertam que a internet no Irã como as pessoas a conheciam pode nunca retornar plenamente.
🌐 Como isso se compara à China:
Embora a China opere a "Grande Parede Firewall", muitos serviços globais ainda são indiretamente acessíveis. O sistema proposto pelo Irã vai além — visando uma quase total autossuficiência digital, onde a maioria do tráfego permanece dentro da infraestrutura controlada pelo governo.
🎯 Por que o Irã está fazendo isso:
• Controlar o fluxo de informações durante distúrbios
• Bloquear mídias estrangeiras e dissidência
• Reduzir a dependência de tecnologias globais
• Aumentar vigilância e censura
• Manter a estabilidade do regime
📉 As consequências:
• Restrições severas à liberdade de expressão
• Danos econômicos para startups e freelancers
• Isolamento do conhecimento e mercados globais
• Aumento da vigilância sobre os cidadãos
• Esgotamento de talentos e colapso do setor de tecnologia
🧠 Visão geral:
Isso não se trata apenas do Irã. Sinaliza uma tendência global crescente em direção ao "splinternet" — onde países fragmentam a internet em zonas nacionais controladas.
🔮 Conclusão:
o Irã não está apenas censurando a web — está reescrevendo como a internet funciona dentro de suas fronteiras. E uma vez construídos, esses sistemas raramente são desfeitos.
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