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Coinbase retira apoio à lei CLARITY após reescrita no SenadoO CEO da Coinbase, Brian Armstrong, afirmou na noite de terça-feira que a empresa não pode mais apoiar a versão do Senado dos EUA para o projeto de lei sobre a estrutura do mercado de cripto após a introdução de mudanças amplas na CLARITY Act pelos parlamentares. Segundo Armstrong, o rascunho do Comitê Bancário do Senado “quebra partes essenciais da estrutura do mercado” e cria riscos para ativos tokenizados, DeFi, stablecoins e mercados abertos de cripto. A lei CLARITY acaba de mudar A Coinbase retirou seu apoio poucas horas antes de o Senado encaminhar o projeto para a apreciação em comissão. Ao mesmo tempo, fontes do Capitólio têm divulgado relatos não confirmados de que a análise marcada para amanhã pode ser adiada em razão da decisão da Coinbase. Apesar de ainda serem rumores, esses relatos reforçam o aumento do risco político em torno do projeto. Armstrong apresentou quatro preocupações principais em seu comunicado. O bloqueio de fato às ações e ativos tokenizados impede que instrumentos financeiros baseados em blockchain sejam negociados livremente em infraestruturas de cripto. O CEO da Coinbase avalia que o projeto amplia o acesso governamental aos dados de transações DeFi, ao enquadrar protocolos descentralizados nas normas do Bank Secrecy Act e de combate à lavagem de dinheiro. Além disso, as mudanças mais recentes concedem maior controle à SEC sobre os mercados de cripto, o que poderia trazer de volta problemas do período de Gensler para o setor. Por fim, Armstrong apontou que o rascunho inclui regras sobre stablecoins e bancos que permitem às instituições financeiras limitar a concorrência e restringir recompensas voltadas ao setor de cripto. O que mudou na revisão do Senado O Comitê Bancário do Senado não irá votar o texto já aprovado pela Câmara. Em vez disso, adota uma reescrita completa conhecida como “substituição por emenda integral”. Esse novo texto altera profundamente a regulação do mercado de cripto nos Estados Unidos. Veja um comparativo simples dessas mudanças lado a lado. CLARITY Act original vs. reescrita pelo Senado A Coinbase é a maior exchange de cripto regulamentada dos Estados Unidos e possui uma das vozes mais ativas na formulação de políticas públicas em Washington. A saída pública da empresa sinaliza aos parlamentares que o projeto pode ter perdido o apoio do setor em um momento decisivo. Esse ponto é relevante porque os comitês bancário e de agricultura do Senado dependem de apoio bipartidário para avançar com a proposta. O que acontece em seguida para o CLARITY Act? A expectativa era de que o Senado iniciasse a fase de discussões na comissão esta semana, período no qual os parlamentares debatem e votam emendas formalmente. No entanto, após o comunicado da Coinbase, algumas fontes de políticas públicas afirmam que a liderança pode adiar ou cancelar a análise para evitar perda pública de apoio. Por enquanto, o projeto segue indefinido. Contudo, a disputa pelo controle das regras para cripto, stablecoins e DeFi nos Estados Unidos entra em seu estágio mais delicado até agora.

Coinbase retira apoio à lei CLARITY após reescrita no Senado

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, afirmou na noite de terça-feira que a empresa não pode mais apoiar a versão do Senado dos EUA para o projeto de lei sobre a estrutura do mercado de cripto após a introdução de mudanças amplas na CLARITY Act pelos parlamentares.

Segundo Armstrong, o rascunho do Comitê Bancário do Senado “quebra partes essenciais da estrutura do mercado” e cria riscos para ativos tokenizados, DeFi, stablecoins e mercados abertos de cripto.

A lei CLARITY acaba de mudar

A Coinbase retirou seu apoio poucas horas antes de o Senado encaminhar o projeto para a apreciação em comissão.

Ao mesmo tempo, fontes do Capitólio têm divulgado relatos não confirmados de que a análise marcada para amanhã pode ser adiada em razão da decisão da Coinbase.

Apesar de ainda serem rumores, esses relatos reforçam o aumento do risco político em torno do projeto.

Armstrong apresentou quatro preocupações principais em seu comunicado. O bloqueio de fato às ações e ativos tokenizados impede que instrumentos financeiros baseados em blockchain sejam negociados livremente em infraestruturas de cripto.

O CEO da Coinbase avalia que o projeto amplia o acesso governamental aos dados de transações DeFi, ao enquadrar protocolos descentralizados nas normas do Bank Secrecy Act e de combate à lavagem de dinheiro.

Além disso, as mudanças mais recentes concedem maior controle à SEC sobre os mercados de cripto, o que poderia trazer de volta problemas do período de Gensler para o setor.

Por fim, Armstrong apontou que o rascunho inclui regras sobre stablecoins e bancos que permitem às instituições financeiras limitar a concorrência e restringir recompensas voltadas ao setor de cripto.

O que mudou na revisão do Senado

O Comitê Bancário do Senado não irá votar o texto já aprovado pela Câmara. Em vez disso, adota uma reescrita completa conhecida como “substituição por emenda integral”.

Esse novo texto altera profundamente a regulação do mercado de cripto nos Estados Unidos.

Veja um comparativo simples dessas mudanças lado a lado.

CLARITY Act original vs. reescrita pelo Senado

A Coinbase é a maior exchange de cripto regulamentada dos Estados Unidos e possui uma das vozes mais ativas na formulação de políticas públicas em Washington.

A saída pública da empresa sinaliza aos parlamentares que o projeto pode ter perdido o apoio do setor em um momento decisivo.

Esse ponto é relevante porque os comitês bancário e de agricultura do Senado dependem de apoio bipartidário para avançar com a proposta.

O que acontece em seguida para o CLARITY Act?

A expectativa era de que o Senado iniciasse a fase de discussões na comissão esta semana, período no qual os parlamentares debatem e votam emendas formalmente.

No entanto, após o comunicado da Coinbase, algumas fontes de políticas públicas afirmam que a liderança pode adiar ou cancelar a análise para evitar perda pública de apoio.

Por enquanto, o projeto segue indefinido. Contudo, a disputa pelo controle das regras para cripto, stablecoins e DeFi nos Estados Unidos entra em seu estágio mais delicado até agora.
Bitcoin mira US$ 100 mil, mas um padrão de 2021 pode mudar tudoO preço do Bitcoin surpreendeu novamente o mercado ao superar US$ 97 mil, com alta superior a 4% nas últimas 24 horas. Esse movimento reacendeu o otimismo, mas também acionou alertas técnicos entre alguns analistas que identificam padrões históricos se repetindo no gráfico. Entre eles está Killa, trader quantitativo ativo desde 2019, que aponta a formação de um fractal do Bitcoin muito semelhante ao observado em 2021. Sua análise indica um cenário desconfortável: possível repetição de comportamento prestes a uma correção expressiva. O fractal do Bitcoin que remete ciclo O fractal do Bitcoin é um padrão de comportamento de preço que se repete em diferentes períodos do mercado, refletindo estruturas similares de impulso, consolidação e reação. De acordo com Killa, o fractal atual apresenta semelhança “difícil de ignorar” com a estrutura vista antes do topo de 2021. Naquele ciclo, o Bitcoin se aproximou de um patamar psicológico relevante, então de US$ 50 mil, antes de mostrar fraqueza e entrar numa fase corretiva. Atualmente, o equivalente psicológico seria US$ 100 mil. Killa destaca que a estrutura dos topos, a inclinação da resistência diagonal e o comportamento do momentum apresentam paralelos evidentes. “Do ponto de vista psicológico, muitos podem decidir sair antes dos US$ 100 mil em vez de esperar por um teste claro, o que reforça a ideia de que esse nível pode não ser superado de maneira significativa”, alertou Killa no X. O analista destaca que, nos últimos meses, o preço médio de compra para investidores de curto prazo ficou concentrado entre US$ 95 mil e US$ 100 mil. Inscreva-se em nossas newsletters: receba todas as informações importantes sobre o que acontece no universo Web3 diretamente na sua caixa de entrada. Esse cenário pode impulsionar pressão vendedora caso o preço não consiga se firmar acima dessa faixa. Além disso, é importante lembrar que o Bitcoin já testou suportes próximos aos US$ 80 mil recentemente, movimento similar ao das fases anteriores do fractal histórico. Análise de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: X/@KillaXBT Embora admita extensões até US$ 98 mil ou US$ 99 mil, Killa avalia que apenas uma ruptura sustentada acima de US$ 104 mil–105 mil invalidaria sua tese. Visões opostas: tendência de alta e resistência chave Nem todos os analistas compartilham essa visão cautelosa. Jelle, reconhecido pela abordagem de longo prazo, afirma que a tendência de queda anterior do Bitcoin já ficou para trás. Em sua perspectiva, o preço rompeu e voltou a testar linhas de tendência importantes, transformando antigos topos em suportes. Nesse cenário, a faixa entre US$ 100 mil e US$ 105 mil representa a próxima resistência natural, não necessariamente um topo. A estrutura vigente, com fundos ascendentes e melhor absorção de oferta, reforça a narrativa de continuidade da alta. Análise de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: X/@CryptoJelleNL A diferença entre as análises reflete a complexidade do momento atual. Enquanto o fractal do Bitcoin indica cautela, a ação de preço e o contexto macroeconômico sustentam viés de alta. Nas últimas 24 horas, o preço do BTC mostrou força, negociado a US$ 97.287 após alta de 4,24% nas últimas 24 horas. No mesmo período, mantém RSI e indicadores de momentum alinhados com fases de expansão, mas sem sinais extremos de euforia. Desempenho do preço do BTC – 24 horas. Fonte: BeInCrypto Esse equilíbrio entre otimismo e prudência frequentemente antecede movimentos decisivos. A reação do preço próximo aos US$ 100 mil será determinante para indicar se o fractal continuará predominando ou se o ciclo em andamento rompe o padrão. Em resumo O preço do Bitcoin está em ponto técnico crucial. Fractal semelhante ao de 2021 sugere cautela diante da resistência dos US$ 100 mil, enquanto outros analistas veem confirmações claras de tendência de alta. O mercado terá de decidir entre repetir o padrão histórico ou consolidar uma nova fase de expansão. Em ambos os casos, as próximas semanas serão decisivas para os rumos do Bitcoin até 2026.

Bitcoin mira US$ 100 mil, mas um padrão de 2021 pode mudar tudo

O preço do Bitcoin surpreendeu novamente o mercado ao superar US$ 97 mil, com alta superior a 4% nas últimas 24 horas. Esse movimento reacendeu o otimismo, mas também acionou alertas técnicos entre alguns analistas que identificam padrões históricos se repetindo no gráfico.

Entre eles está Killa, trader quantitativo ativo desde 2019, que aponta a formação de um fractal do Bitcoin muito semelhante ao observado em 2021. Sua análise indica um cenário desconfortável: possível repetição de comportamento prestes a uma correção expressiva.

O fractal do Bitcoin que remete ciclo

O fractal do Bitcoin é um padrão de comportamento de preço que se repete em diferentes períodos do mercado, refletindo estruturas similares de impulso, consolidação e reação. De acordo com Killa, o fractal atual apresenta semelhança “difícil de ignorar” com a estrutura vista antes do topo de 2021.

Naquele ciclo, o Bitcoin se aproximou de um patamar psicológico relevante, então de US$ 50 mil, antes de mostrar fraqueza e entrar numa fase corretiva.

Atualmente, o equivalente psicológico seria US$ 100 mil. Killa destaca que a estrutura dos topos, a inclinação da resistência diagonal e o comportamento do momentum apresentam paralelos evidentes.

“Do ponto de vista psicológico, muitos podem decidir sair antes dos US$ 100 mil em vez de esperar por um teste claro, o que reforça a ideia de que esse nível pode não ser superado de maneira significativa”, alertou Killa no X.

O analista destaca que, nos últimos meses, o preço médio de compra para investidores de curto prazo ficou concentrado entre US$ 95 mil e US$ 100 mil.

Inscreva-se em nossas newsletters: receba todas as informações importantes sobre o que acontece no universo Web3 diretamente na sua caixa de entrada.

Esse cenário pode impulsionar pressão vendedora caso o preço não consiga se firmar acima dessa faixa. Além disso, é importante lembrar que o Bitcoin já testou suportes próximos aos US$ 80 mil recentemente, movimento similar ao das fases anteriores do fractal histórico.

Análise de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: X/@KillaXBT

Embora admita extensões até US$ 98 mil ou US$ 99 mil, Killa avalia que apenas uma ruptura sustentada acima de US$ 104 mil–105 mil invalidaria sua tese.

Visões opostas: tendência de alta e resistência chave

Nem todos os analistas compartilham essa visão cautelosa. Jelle, reconhecido pela abordagem de longo prazo, afirma que a tendência de queda anterior do Bitcoin já ficou para trás. Em sua perspectiva, o preço rompeu e voltou a testar linhas de tendência importantes, transformando antigos topos em suportes.

Nesse cenário, a faixa entre US$ 100 mil e US$ 105 mil representa a próxima resistência natural, não necessariamente um topo. A estrutura vigente, com fundos ascendentes e melhor absorção de oferta, reforça a narrativa de continuidade da alta.

Análise de preço do Bitcoin (BTC). Fonte: X/@CryptoJelleNL

A diferença entre as análises reflete a complexidade do momento atual. Enquanto o fractal do Bitcoin indica cautela, a ação de preço e o contexto macroeconômico sustentam viés de alta.

Nas últimas 24 horas, o preço do BTC mostrou força, negociado a US$ 97.287 após alta de 4,24% nas últimas 24 horas. No mesmo período, mantém RSI e indicadores de momentum alinhados com fases de expansão, mas sem sinais extremos de euforia.

Desempenho do preço do BTC – 24 horas. Fonte: BeInCrypto

Esse equilíbrio entre otimismo e prudência frequentemente antecede movimentos decisivos. A reação do preço próximo aos US$ 100 mil será determinante para indicar se o fractal continuará predominando ou se o ciclo em andamento rompe o padrão.

Em resumo

O preço do Bitcoin está em ponto técnico crucial. Fractal semelhante ao de 2021 sugere cautela diante da resistência dos US$ 100 mil, enquanto outros analistas veem confirmações claras de tendência de alta.

O mercado terá de decidir entre repetir o padrão histórico ou consolidar uma nova fase de expansão. Em ambos os casos, as próximas semanas serão decisivas para os rumos do Bitcoin até 2026.
O que as baleias de cripto estão comprando com o mercado em alta?O impulso do mercado de cripto ganhou força após os dados de inflação dos EUA registrarem estabilidade. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI sigla em inglês) de dezembro subiu 2,7% em comparação ao ano anterior, em linha com as expectativas e ainda em processo de desaceleração. Isso aliviou a pressão sobre cortes de juros no curto prazo e elevou o apetite por risco nos mercados. Algumas baleias (grandes investidores) do setor cripto demonstraram atenção ao movimento e estão comprando. Ainda assim, as movimentações desses grandes investidores vêm sendo comedidas e não eufóricas. Em vez de perseguirem a alta, investidores com grandes posições ampliaram exposição a três tokens, acompanhando níveis técnicos relevantes e sinalizando preparação, não exposição cega ao risco. Dogecoin (DOGE) A Dogecoin volta a atrair interesse de grandes investidores enquanto o mercado se fortalece. Nas últimas 24 horas, a DOGE valorizou cerca de 5,9%, acumulando ganho de aproximadamente 7,6% em 30 dias. Embora o avanço seja moderado, ocorre em um ponto técnico importante. Dados on-chain apontam que grandes investidores de cripto que têm entre 10 milhões e 100 milhões de DOGE aumentaram suas posições nesse período. Nas últimas 24 horas, esse grupo elevou as posses de 17,60 bilhões para 17,76 bilhões de DOGE, adquirindo 160 milhões de tokens, o equivalente a cerca de US$ 23,5 milhões em compras. Dogecoin Whales: Santiment O gráfico ajuda a entender por que esses investidores entram neste momento. No período diário, a Dogecoin retomou as médias móveis exponenciais (EMAs) de 20 e 50 dias, que dão maior peso aos preços recentes e são usadas para sinalizar mudanças iniciais de tendência. Esse cenário é relevante porque, da última vez que a DOGE recuperou a EMA de 20 dias, e em seguida a de 50 dias na mesma sequência, foi no início de julho. Esse movimento foi seguido por uma alta de cerca de 73%, período em que também ocorreu o cruzamento positivo da EMA de 20 dias acima da EMA de 50 dias. Agora, a EMA de 20 dias se aproxima da EMA de 50 dias, configurando possibilidade de novo cruzamento positivo. A partir daqui, o primeiro nível observado por grandes investidores é US$ 0,154, que está 4,6% acima da cotação atual. Uma quebra consistente desse patamar atrairia as EMAs de 100 e 200 dias como próximas resistências. Superar essas marcas representaria uma mudança de tendência relevante, potencializando até mesmo um retorno de DOGE a US$ 0,209. DOGE Price Analysis: TradingView Pela ótica negativa, perder as linhas das EMAs de 20 e 50 dias enfraqueceria o viés altista e pode até expor o nível de US$ 0,115 para a DOGE. Chainlink (LINK) A LINK registra entrada de grandes investidores pelo segundo dia seguido. Embora as posses tenham caído entre 12 e 13 de janeiro, o novo impulso de alta no segmento cripto reaqueceu a demanda. A Chainlink (LINK) acumula alta próxima de 6% nas últimas 24 horas; a cotação testa faixa de resistência técnica após correção controlada. Dados on-chain indicam que grandes investidores voltaram discretamente. No último dia, as posses subiram de 503,20 milhões para 503,42 milhões de LINK, uma adição de cerca de 220 mil LINK. Ao preço atual, esse volume corresponde a aproximadamente US$ 3,1 milhões em novas compras. Embora a dimensão seja inferior a fases de compra agressiva, o momento chama atenção. Chainlink Whales: Santiment O gráfico mostra por que os grandes investidores estão se posicionando. No início deste mês, a LINK recuou após um alerta de perda de força. Entre 9 de dezembro e 6 de janeiro, o preço estabeleceu máxima descendente enquanto o Índice de Força Relativa (RSI) formou máxima ascendente. O RSI compara ganhos e perdas recentes, medindo momentum. Esse descompasso sinalizou enfraquecimento e estimulou a correção. Agora, essa correção se mostra construtiva, não baixista. O movimento de preço durante o recuo desenhou o “cabo” de uma estrutura conhecida como xícara-com-cabo, e LINK testa a região do pescoço desse padrão. Para confirmação, a LINK precisa fechar acima de US$ 14,10 em base diária e depois sustentar força acima de US$ 15,04. Se isso ocorrer, a projeção do padrão aponta para US$ 17,62, aproximadamente 25% além dos níveis atuais. Esse possível ganho ajuda a explicar por que grandes investidores voltam à LINK, mesmo após recentes avanços. LINK Price Analysis: TradingView No cenário de baixa, uma movimentação abaixo de US$ 12,97 enfraqueceria o cenário, enquanto uma queda abaixo de US$ 11,73 o invalidaria totalmente. Uniswap (UNI) A Uniswap registra uma acumulação cautelosa por parte de grandes investidores de cripto, enquanto o preço se aproxima de um patamar considerado tecnicamente relevante. A UNI subiu cerca de 5,5% nas últimas 24 horas, mas a movimentação desses investidores ainda indica cautela, não perseguição agressiva por alta. Desde 13 de janeiro, essas carteiras aumentaram suas posições em UNI de 549,37 milhões para 549,57 milhões de tokens, adicionando 200 mil UNI. Aos valores atuais, isso corresponde a um acúmulo em torno de US$ 1,1 milhão. Grandes investidores UNI: Santiment O gráfico indica essa cautela. A Uniswap está logo abaixo de sua média móvel exponencial de 20 dias (EMA). Grandes investidores parecem estar se posicionando antecipadamente, mas aguardam confirmação. Um fechamento diário acima da EMA de 20 dias, combinado com avanço rumo à EMA de 50 dias, reforçaria o cenário de alta para a UNI. Acima desses níveis, as resistências aparecem em US$ 5,98 e, depois, em US$ 6,57, com US$ 8,13 possível caso o ambiente de mercado permaneça favorável. Análise de preço da Uniswap: TradingView Se a recuperação não se confirmar, o risco de queda permanece. Perder a faixa de US$ 5,28 enfraqueceria o cenário e poderia abrir espaço para US$ 4,74 no curto prazo.

O que as baleias de cripto estão comprando com o mercado em alta?

O impulso do mercado de cripto ganhou força após os dados de inflação dos EUA registrarem estabilidade. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI sigla em inglês) de dezembro subiu 2,7% em comparação ao ano anterior, em linha com as expectativas e ainda em processo de desaceleração. Isso aliviou a pressão sobre cortes de juros no curto prazo e elevou o apetite por risco nos mercados. Algumas baleias (grandes investidores) do setor cripto demonstraram atenção ao movimento e estão comprando.

Ainda assim, as movimentações desses grandes investidores vêm sendo comedidas e não eufóricas. Em vez de perseguirem a alta, investidores com grandes posições ampliaram exposição a três tokens, acompanhando níveis técnicos relevantes e sinalizando preparação, não exposição cega ao risco.

Dogecoin (DOGE)

A Dogecoin volta a atrair interesse de grandes investidores enquanto o mercado se fortalece. Nas últimas 24 horas, a DOGE valorizou cerca de 5,9%, acumulando ganho de aproximadamente 7,6% em 30 dias. Embora o avanço seja moderado, ocorre em um ponto técnico importante.

Dados on-chain apontam que grandes investidores de cripto que têm entre 10 milhões e 100 milhões de DOGE aumentaram suas posições nesse período. Nas últimas 24 horas, esse grupo elevou as posses de 17,60 bilhões para 17,76 bilhões de DOGE, adquirindo 160 milhões de tokens, o equivalente a cerca de US$ 23,5 milhões em compras.

Dogecoin Whales: Santiment

O gráfico ajuda a entender por que esses investidores entram neste momento. No período diário, a Dogecoin retomou as médias móveis exponenciais (EMAs) de 20 e 50 dias, que dão maior peso aos preços recentes e são usadas para sinalizar mudanças iniciais de tendência.

Esse cenário é relevante porque, da última vez que a DOGE recuperou a EMA de 20 dias, e em seguida a de 50 dias na mesma sequência, foi no início de julho. Esse movimento foi seguido por uma alta de cerca de 73%, período em que também ocorreu o cruzamento positivo da EMA de 20 dias acima da EMA de 50 dias.

Agora, a EMA de 20 dias se aproxima da EMA de 50 dias, configurando possibilidade de novo cruzamento positivo.

A partir daqui, o primeiro nível observado por grandes investidores é US$ 0,154, que está 4,6% acima da cotação atual. Uma quebra consistente desse patamar atrairia as EMAs de 100 e 200 dias como próximas resistências. Superar essas marcas representaria uma mudança de tendência relevante, potencializando até mesmo um retorno de DOGE a US$ 0,209.

DOGE Price Analysis: TradingView

Pela ótica negativa, perder as linhas das EMAs de 20 e 50 dias enfraqueceria o viés altista e pode até expor o nível de US$ 0,115 para a DOGE.

Chainlink (LINK)

A LINK registra entrada de grandes investidores pelo segundo dia seguido. Embora as posses tenham caído entre 12 e 13 de janeiro, o novo impulso de alta no segmento cripto reaqueceu a demanda. A Chainlink (LINK) acumula alta próxima de 6% nas últimas 24 horas; a cotação testa faixa de resistência técnica após correção controlada.

Dados on-chain indicam que grandes investidores voltaram discretamente. No último dia, as posses subiram de 503,20 milhões para 503,42 milhões de LINK, uma adição de cerca de 220 mil LINK. Ao preço atual, esse volume corresponde a aproximadamente US$ 3,1 milhões em novas compras. Embora a dimensão seja inferior a fases de compra agressiva, o momento chama atenção.

Chainlink Whales: Santiment

O gráfico mostra por que os grandes investidores estão se posicionando. No início deste mês, a LINK recuou após um alerta de perda de força. Entre 9 de dezembro e 6 de janeiro, o preço estabeleceu máxima descendente enquanto o Índice de Força Relativa (RSI) formou máxima ascendente. O RSI compara ganhos e perdas recentes, medindo momentum. Esse descompasso sinalizou enfraquecimento e estimulou a correção.

Agora, essa correção se mostra construtiva, não baixista. O movimento de preço durante o recuo desenhou o “cabo” de uma estrutura conhecida como xícara-com-cabo, e LINK testa a região do pescoço desse padrão.

Para confirmação, a LINK precisa fechar acima de US$ 14,10 em base diária e depois sustentar força acima de US$ 15,04. Se isso ocorrer, a projeção do padrão aponta para US$ 17,62, aproximadamente 25% além dos níveis atuais. Esse possível ganho ajuda a explicar por que grandes investidores voltam à LINK, mesmo após recentes avanços.

LINK Price Analysis: TradingView

No cenário de baixa, uma movimentação abaixo de US$ 12,97 enfraqueceria o cenário, enquanto uma queda abaixo de US$ 11,73 o invalidaria totalmente.

Uniswap (UNI)

A Uniswap registra uma acumulação cautelosa por parte de grandes investidores de cripto, enquanto o preço se aproxima de um patamar considerado tecnicamente relevante. A UNI subiu cerca de 5,5% nas últimas 24 horas, mas a movimentação desses investidores ainda indica cautela, não perseguição agressiva por alta.

Desde 13 de janeiro, essas carteiras aumentaram suas posições em UNI de 549,37 milhões para 549,57 milhões de tokens, adicionando 200 mil UNI. Aos valores atuais, isso corresponde a um acúmulo em torno de US$ 1,1 milhão.

Grandes investidores UNI: Santiment

O gráfico indica essa cautela. A Uniswap está logo abaixo de sua média móvel exponencial de 20 dias (EMA).

Grandes investidores parecem estar se posicionando antecipadamente, mas aguardam confirmação. Um fechamento diário acima da EMA de 20 dias, combinado com avanço rumo à EMA de 50 dias, reforçaria o cenário de alta para a UNI. Acima desses níveis, as resistências aparecem em US$ 5,98 e, depois, em US$ 6,57, com US$ 8,13 possível caso o ambiente de mercado permaneça favorável.

Análise de preço da Uniswap: TradingView

Se a recuperação não se confirmar, o risco de queda permanece. Perder a faixa de US$ 5,28 enfraqueceria o cenário e poderia abrir espaço para US$ 4,74 no curto prazo.
Polymarket estima em 14% chance de impeachment de ministro do STF até 2027A plataforma Polymarket criou um mercado que permite aos usuários apostarem sobre a possibilidade de algum ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ser removido por impeachment antes de 2027. Atualmente, o mercado precifica essa chance em apenas 14%, com queda de 2 pontos percentuais nas últimas negociações. O volume financeiro envolvido nas apostas soma US$ 275 (cerca de R$ 1.500), montante considerado baixo para os padrões da plataforma, o que indica ainda um interesse moderado no tema. A data final estabelecida para a resolução do mercado é 31 de dezembro de 2026. Volatilidade recente O gráfico de oscilação dos últimos dias mostra que as apostas sobre o impeachment chegaram a atingir picos acima de 16% entre os dias 9 e 10 de janeiro, mas recuaram posteriormente. Nos últimos dois dias, houve nova elevação gradual, levando a probabilidade dos atuais 14%. Contexto político O mercado surge em meio a debates sobre o papel do STF na política brasileira e discussões recorrentes no Congresso Nacional sobre possíveis mecanismos de controle das decisões da Corte. Para que um ministro do STF seja afastado por impeachment, é necessária aprovação de dois terços do Senado Federal (54 dos 81 senadores) por crime de responsabilidade. Historicamente, nenhum ministro do STF foi removido por impeachment desde a redemocratização do país em 1988, o que contribui para a baixa probabilidade precificada no mercado. A plataforma não especifica qual ministro seria alvo do eventual processo, deixando em aberto a aposta para qualquer um dos 11 integrantes atuais da Corte.

Polymarket estima em 14% chance de impeachment de ministro do STF até 2027

A plataforma Polymarket criou um mercado que permite aos usuários apostarem sobre a possibilidade de algum ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ser removido por impeachment antes de 2027. Atualmente, o mercado precifica essa chance em apenas 14%, com queda de 2 pontos percentuais nas últimas negociações.

O volume financeiro envolvido nas apostas soma US$ 275 (cerca de R$ 1.500), montante considerado baixo para os padrões da plataforma, o que indica ainda um interesse moderado no tema. A data final estabelecida para a resolução do mercado é 31 de dezembro de 2026.

Volatilidade recente

O gráfico de oscilação dos últimos dias mostra que as apostas sobre o impeachment chegaram a atingir picos acima de 16% entre os dias 9 e 10 de janeiro, mas recuaram posteriormente. Nos últimos dois dias, houve nova elevação gradual, levando a probabilidade dos atuais 14%.

Contexto político

O mercado surge em meio a debates sobre o papel do STF na política brasileira e discussões recorrentes no Congresso Nacional sobre possíveis mecanismos de controle das decisões da Corte. Para que um ministro do STF seja afastado por impeachment, é necessária aprovação de dois terços do Senado Federal (54 dos 81 senadores) por crime de responsabilidade.

Historicamente, nenhum ministro do STF foi removido por impeachment desde a redemocratização do país em 1988, o que contribui para a baixa probabilidade precificada no mercado.

A plataforma não especifica qual ministro seria alvo do eventual processo, deixando em aberto a aposta para qualquer um dos 11 integrantes atuais da Corte.
BRB avança em tratativas para recuperar recursos em liquidação do MasterO banco BRB informou nesta quarta-feira (14) que avançou nas tratativas para recuperar recursos relacionados à liquidação do Master, após reunião realizada na última segunda-feira (12) com o liquidante responsável pelo processo. A instituição afirmou que os valores pertencem ao banco e que as negociações seguem dentro dos parâmetros legais. Segundo a nota à imprensa, o banco atua como credor no processo de liquidação e respeita a ordem de prioridade estabelecida para o pagamento dos demais credores. Ainda assim, a instituição destacou que mantém uma atuação firme para reaver todos os compromissos pendentes, utilizando os instrumentos jurídicos disponíveis para resguardar seus interesses. O BRB avaliou que a segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira (14), contribui diretamente para o avanço das tratativas. De acordo com o comunicado, o bloqueio de bens determinado no âmbito da operação amplia as chances de devolução dos recursos devidos, fortalecendo os mecanismos de recuperação. Na avaliação do banco, as ações judiciais e administrativas associadas à operação aumentam a efetividade do processo de liquidação, ao criar condições adicionais para o ressarcimento dos valores envolvidos, em conformidade com as normas que regem esse tipo de procedimento no sistema financeiro. Banco reforça solidez e continuidade operacional Na nota, a instituição buscou tranquilizar clientes, parceiros e o mercado ao reafirmar sua solidez financeira. Segundo o comunicado, o BRB segue operando normalmente, sem impacto sobre suas atividades regulares. A oferta de serviços permanece completa, incluindo crédito, investimentos e atendimento por meio dos canais digitais e presenciais, sem qualquer alteração na rotina operacional. Por fim, o banco informou que continuará acompanhando todas as etapas do processo de liquidação, mantendo diálogo com as autoridades competentes e adotando as providências necessárias para defender seus interesses. A instituição afirmou ainda que seguirá prestando esclarecimentos sempre que houver avanços relevantes, reforçando o compromisso com a transparência e a regularidade de suas operações.

BRB avança em tratativas para recuperar recursos em liquidação do Master

O banco BRB informou nesta quarta-feira (14) que avançou nas tratativas para recuperar recursos relacionados à liquidação do Master, após reunião realizada na última segunda-feira (12) com o liquidante responsável pelo processo. A instituição afirmou que os valores pertencem ao banco e que as negociações seguem dentro dos parâmetros legais.

Segundo a nota à imprensa, o banco atua como credor no processo de liquidação e respeita a ordem de prioridade estabelecida para o pagamento dos demais credores. Ainda assim, a instituição destacou que mantém uma atuação firme para reaver todos os compromissos pendentes, utilizando os instrumentos jurídicos disponíveis para resguardar seus interesses.

O BRB avaliou que a segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira (14), contribui diretamente para o avanço das tratativas. De acordo com o comunicado, o bloqueio de bens determinado no âmbito da operação amplia as chances de devolução dos recursos devidos, fortalecendo os mecanismos de recuperação.

Na avaliação do banco, as ações judiciais e administrativas associadas à operação aumentam a efetividade do processo de liquidação, ao criar condições adicionais para o ressarcimento dos valores envolvidos, em conformidade com as normas que regem esse tipo de procedimento no sistema financeiro.

Banco reforça solidez e continuidade operacional

Na nota, a instituição buscou tranquilizar clientes, parceiros e o mercado ao reafirmar sua solidez financeira. Segundo o comunicado, o BRB segue operando normalmente, sem impacto sobre suas atividades regulares.

A oferta de serviços permanece completa, incluindo crédito, investimentos e atendimento por meio dos canais digitais e presenciais, sem qualquer alteração na rotina operacional.

Por fim, o banco informou que continuará acompanhando todas as etapas do processo de liquidação, mantendo diálogo com as autoridades competentes e adotando as providências necessárias para defender seus interesses. A instituição afirmou ainda que seguirá prestando esclarecimentos sempre que houver avanços relevantes, reforçando o compromisso com a transparência e a regularidade de suas operações.
XRP se aproxima de US$ 2 enquanto sinais de sobrevenda indicam possível rallyO preço do XRP registrou uma forte queda nas sessões recentes, provocando uma onda de vendas em pânico em todo o mercado. A desvalorização intensificou o sentimento de baixa, já que investidores buscaram limitar suas perdas. No entanto, esse movimento agressivo pressionou o XRP para uma região considerada sobrevendida, cenário que frequentemente atrai compradores atentos a oportunidades de recuperação de curto prazo. Investidores de XRP vendem para evitar perdas Dados on-chain sobre volume de lucros e prejuízos apontam que as perdas predominaram nas operações com XRP nos últimos 20 dias. Muitos investidores venderam durante breves altas, tentando sair das posições próximos ao ponto de equilíbrio. Com a continuidade da tendência de queda, a pressão vendedora aumentou para evitar prejuízos ainda maiores. Na última semana, as vendas motivadas por prejuízo se intensificaram. Uma parcela expressiva das transferências de XRP ocorreu abaixo do custo de aquisição dos investidores, refletindo medo em vez de uma estratégia planejada. Historicamente, essas condições indicam fases de capitulação, quando investidores menos resilientes deixam o mercado, o que é provável no cenário atual do token. Volume de Transações de Lucro/Prejuízo do XRP. Fonte: Santiment O Índice de Fluxo de Dinheiro (Money Flow Index), que monitora a pressão compradora e vendedora com base em preço e volume, entrou na faixa de sobrevenda nas últimas 24 horas. O movimento indica que a intensidade do fluxo vendedor pode estar se esgotando. Leituras semelhantes de sobrevenda já proporcionaram oportunidades táticas para compradores no passado. Quando as vendas em pânico atingem o ápice, participantes atentos ao valor tendem a iniciar acúmulo. Embora isso não garanta uma reversão de tendência do XRP, frequentemente há suporte para repiques de curto prazo, à medida que a pressão vendedora diminui e a demanda se estabiliza. Índice de Fluxo de Dinheiro do XRP. Fonte: TradingView Preço do XRP pode recuperar perdas recentes O XRP está cotado próximo de US$ 2,14 no momento desta análise, com sinais iniciais de recuperação de curto prazo. Os níveis de retração de Fibonacci, traçados entre o topo e o fundo recente, servem como zonas de referência importantes. O cenário atual sugere que compradores tentam retomar o controle após o sinal de sobrevenda. A altcoin já consolidou suporte acima do nível de 23,6% de Fibonacci. A manutenção desta faixa fortalece a perspectiva de recuperação. Uma mudança de tendência confirmada dependeria do XRP superar o patamar de 61,8% de Fibonacci, em torno de US$ 2,27, transformando-o em suporte. Isso abriria caminho para US$ 2,41, auxiliando na recomposição recente das perdas. Análise de Preço do XRP. Fonte: TradingView Os riscos de baixa persistem caso o suporte enfraqueça. Se o token não conseguir se manter acima do patamar de 23,6% de Fibonacci, poderá enfrentar uma nova onda vendedora. Nesse caso, o preço pode recuar até US$ 2,03. A perda desse nível provavelmente empurraria o XRP abaixo do suporte psicológico de US$ 2,00, prolongando a queda e anulando o cenário otimista.

XRP se aproxima de US$ 2 enquanto sinais de sobrevenda indicam possível rally

O preço do XRP registrou uma forte queda nas sessões recentes, provocando uma onda de vendas em pânico em todo o mercado. A desvalorização intensificou o sentimento de baixa, já que investidores buscaram limitar suas perdas.

No entanto, esse movimento agressivo pressionou o XRP para uma região considerada sobrevendida, cenário que frequentemente atrai compradores atentos a oportunidades de recuperação de curto prazo.

Investidores de XRP vendem para evitar perdas

Dados on-chain sobre volume de lucros e prejuízos apontam que as perdas predominaram nas operações com XRP nos últimos 20 dias. Muitos investidores venderam durante breves altas, tentando sair das posições próximos ao ponto de equilíbrio. Com a continuidade da tendência de queda, a pressão vendedora aumentou para evitar prejuízos ainda maiores.

Na última semana, as vendas motivadas por prejuízo se intensificaram. Uma parcela expressiva das transferências de XRP ocorreu abaixo do custo de aquisição dos investidores, refletindo medo em vez de uma estratégia planejada. Historicamente, essas condições indicam fases de capitulação, quando investidores menos resilientes deixam o mercado, o que é provável no cenário atual do token.

Volume de Transações de Lucro/Prejuízo do XRP. Fonte: Santiment

O Índice de Fluxo de Dinheiro (Money Flow Index), que monitora a pressão compradora e vendedora com base em preço e volume, entrou na faixa de sobrevenda nas últimas 24 horas. O movimento indica que a intensidade do fluxo vendedor pode estar se esgotando.

Leituras semelhantes de sobrevenda já proporcionaram oportunidades táticas para compradores no passado. Quando as vendas em pânico atingem o ápice, participantes atentos ao valor tendem a iniciar acúmulo. Embora isso não garanta uma reversão de tendência do XRP, frequentemente há suporte para repiques de curto prazo, à medida que a pressão vendedora diminui e a demanda se estabiliza.

Índice de Fluxo de Dinheiro do XRP. Fonte: TradingView Preço do XRP pode recuperar perdas recentes

O XRP está cotado próximo de US$ 2,14 no momento desta análise, com sinais iniciais de recuperação de curto prazo. Os níveis de retração de Fibonacci, traçados entre o topo e o fundo recente, servem como zonas de referência importantes. O cenário atual sugere que compradores tentam retomar o controle após o sinal de sobrevenda.

A altcoin já consolidou suporte acima do nível de 23,6% de Fibonacci. A manutenção desta faixa fortalece a perspectiva de recuperação. Uma mudança de tendência confirmada dependeria do XRP superar o patamar de 61,8% de Fibonacci, em torno de US$ 2,27, transformando-o em suporte. Isso abriria caminho para US$ 2,41, auxiliando na recomposição recente das perdas.

Análise de Preço do XRP. Fonte: TradingView

Os riscos de baixa persistem caso o suporte enfraqueça. Se o token não conseguir se manter acima do patamar de 23,6% de Fibonacci, poderá enfrentar uma nova onda vendedora. Nesse caso, o preço pode recuar até US$ 2,03. A perda desse nível provavelmente empurraria o XRP abaixo do suporte psicológico de US$ 2,00, prolongando a queda e anulando o cenário otimista.
Alagoas: Mineração ilegal de Bitcoin desviava energia e causou prejuízo de R$ 750 milA Polícia Civil desarticulou na última sexta-feira (9) quatro fazendas clandestinas de mineração de Bitcoin no município de Porto Real do Colégio, em Alagoas. A operação revelou esquema sofisticado de furto de energia elétrica e captação irregular de água que funcionou por cinco meses antes de ser descoberto. As fazendas clandestinas utilizavam ligações diretas e ilegais à rede de distribuição de energia, os chamados “gatos”, para alimentar equipamentos de mineração de alta performance. Essa estrutura permitia que os operadores evitassem os custos elevados de eletricidade, elemento central no negócio de mineração de criptomoedas. Os criminosos também instalaram sistema de bombeamento irregular de água do Rio São Francisco. A água era essencial para refrigerar os ASICs (circuitos integrados de aplicação específica), equipamentos que geram calor intenso durante o processo de mineração e exigem resfriamento constante para funcionar adequadamente. Impacto na infraestrutura local O consumo ilegal de energia foi estimado em cerca de 200 mil kWh — equivalente ao uso moderado de aproximadamente mil residências. Segundo o delegado Thales Araújo, diretor da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), essa demanda excessiva provocava instabilidade na rede elétrica regional. O consumo era de tamanho causava picos de energia nos arredores, provocando queima de aparelhos eletrodomésticos e prejuízos significativos à população de acordo com o delegado. As autoridades calculam que a estrutura de mineração ilegal de Bitcoin gerava prejuízo mensal de R$ 155 mil em energia furtada. Em cinco meses de operação irregular, o valor total chegou a cerca de R$ 750 mil. “Uma operação de mineração regularizada exige alto investimento em maquinário e elevados custos de manutenção. No caso em questão, os criminosos simplesmente desviavam esses custos para o sistema público”, afirmou o delegado. Diferença entre mineração legal e ilegal Araújo frisou que a atividade de mineração de criptomoedas não é ilegal por si só. O crime está nas condições de instalação e operação: furto de energia, captação irregular de água e ausência de regularização ambiental e tributária. A operação foi coordenada pela Dinpol com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE). As autoridades apreenderam diversos ASICs e equipamentos tecnológicos utilizados na mineração. Investigação em andamento As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos. Segundo a polícia, esse tipo de operação criminosa costuma estar associada a outros delitos, como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, que seguem sob apuração. A Polícia Civil trabalha para responsabilizar criminalmente os operadores das fazendas clandestinas.

Alagoas: Mineração ilegal de Bitcoin desviava energia e causou prejuízo de R$ 750 mil

A Polícia Civil desarticulou na última sexta-feira (9) quatro fazendas clandestinas de mineração de Bitcoin no município de Porto Real do Colégio, em Alagoas. A operação revelou esquema sofisticado de furto de energia elétrica e captação irregular de água que funcionou por cinco meses antes de ser descoberto.

As fazendas clandestinas utilizavam ligações diretas e ilegais à rede de distribuição de energia, os chamados “gatos”, para alimentar equipamentos de mineração de alta performance. Essa estrutura permitia que os operadores evitassem os custos elevados de eletricidade, elemento central no negócio de mineração de criptomoedas.

Os criminosos também instalaram sistema de bombeamento irregular de água do Rio São Francisco. A água era essencial para refrigerar os ASICs (circuitos integrados de aplicação específica), equipamentos que geram calor intenso durante o processo de mineração e exigem resfriamento constante para funcionar adequadamente.

Impacto na infraestrutura local

O consumo ilegal de energia foi estimado em cerca de 200 mil kWh — equivalente ao uso moderado de aproximadamente mil residências. Segundo o delegado Thales Araújo, diretor da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), essa demanda excessiva provocava instabilidade na rede elétrica regional.

O consumo era de tamanho causava picos de energia nos arredores, provocando queima de aparelhos eletrodomésticos e prejuízos significativos à população de acordo com o delegado.

As autoridades calculam que a estrutura de mineração ilegal de Bitcoin gerava prejuízo mensal de R$ 155 mil em energia furtada. Em cinco meses de operação irregular, o valor total chegou a cerca de R$ 750 mil.

“Uma operação de mineração regularizada exige alto investimento em maquinário e elevados custos de manutenção. No caso em questão, os criminosos simplesmente desviavam esses custos para o sistema público”, afirmou o delegado.

Diferença entre mineração legal e ilegal

Araújo frisou que a atividade de mineração de criptomoedas não é ilegal por si só. O crime está nas condições de instalação e operação: furto de energia, captação irregular de água e ausência de regularização ambiental e tributária.

A operação foi coordenada pela Dinpol com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE). As autoridades apreenderam diversos ASICs e equipamentos tecnológicos utilizados na mineração.

Investigação em andamento

As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos. Segundo a polícia, esse tipo de operação criminosa costuma estar associada a outros delitos, como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, que seguem sob apuração.

A Polícia Civil trabalha para responsabilizar criminalmente os operadores das fazendas clandestinas.
Brasil investiga Meta por restringir IAs concorrentes no WhatsApp BusinessConselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu inquérito administrativo contra a Meta por suspeita de abuso de posição dominante no mercado de inteligência artificial. A investigação foi deflagrada após a empresa alterar os termos de uso do WhatsApp Business em outubro de 2025, limitando o uso de assistentes de IA apenas à sua própria ferramenta, a Meta AI. A Superintendência-Geral do Cade determinou a suspensão preventiva dos novos termos até conclusão da análise. A medida busca preservar as condições atuais de concorrência e garantir a efetividade da investigação. Cade investiga Meta após denúncias As investigações começaram após denúncias de empresas que desenvolvem assistentes de inteligência artificial para WhatsApp e Facebook. Segundo as denunciadoras, a Meta passou a proibir que ferramentas de IA de terceiros operem no WhatsApp Business, restringindo o mercado exclusivamente à Meta AI. Para o Cade, a mudança unilateral nos termos de uso representa medida desproporcional. A autarquia avalia se as alterações têm potencial de fechar mercados, excluir concorrentes e favorecer indevidamente a solução proprietária da Meta. Meta alega sobrecarga de infraestrutura Em sua defesa, a Meta argumenta que o WhatsApp Business foi desenvolvido para atender clientes da empresa, não para suportar chatbots de inteligência artificial de terceiros. Segundo a companhia, essas ferramentas externas estariam sobrecarregando a infraestrutura da plataforma de mensagens. A big tech reformulou os termos do WhatsApp Business Solution Terms em outubro passado, excluindo a possibilidade de uso de tecnologias alternativas à Meta AI na plataforma corporativa. Próximos passos da investigação Com a instauração do inquérito, a Meta será notificada para se manifestar formalmente. A Superintendência-Geral também coletará informações junto ao mercado para avaliar os indícios de infração à ordem econômica. Ao final do procedimento, o Cade poderá decidir pela abertura de processo administrativo ou pelo arquivamento do caso. Contexto internacional O Cade destacou que práticas de abuso de posição dominante em mercados digitais envolvendo ferramentas de inteligência artificial têm sido alvo de investigações em diversos países. Assim, o caso em que o Cade investiga Meta se insere nesse contexto global, com o tema seguindo sob atenção de autoridades de defesa da concorrência no Brasil e no exterior. A decisão do órgão antitruste brasileiro ocorre em momento de crescente escrutínio regulatório sobre grandes empresas de tecnologia e suas estratégias em mercados emergentes como o de IA.

Brasil investiga Meta por restringir IAs concorrentes no WhatsApp Business

Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu inquérito administrativo contra a Meta por suspeita de abuso de posição dominante no mercado de inteligência artificial. A investigação foi deflagrada após a empresa alterar os termos de uso do WhatsApp Business em outubro de 2025, limitando o uso de assistentes de IA apenas à sua própria ferramenta, a Meta AI.

A Superintendência-Geral do Cade determinou a suspensão preventiva dos novos termos até conclusão da análise. A medida busca preservar as condições atuais de concorrência e garantir a efetividade da investigação.

Cade investiga Meta após denúncias

As investigações começaram após denúncias de empresas que desenvolvem assistentes de inteligência artificial para WhatsApp e Facebook. Segundo as denunciadoras, a Meta passou a proibir que ferramentas de IA de terceiros operem no WhatsApp Business, restringindo o mercado exclusivamente à Meta AI.

Para o Cade, a mudança unilateral nos termos de uso representa medida desproporcional. A autarquia avalia se as alterações têm potencial de fechar mercados, excluir concorrentes e favorecer indevidamente a solução proprietária da Meta.

Meta alega sobrecarga de infraestrutura

Em sua defesa, a Meta argumenta que o WhatsApp Business foi desenvolvido para atender clientes da empresa, não para suportar chatbots de inteligência artificial de terceiros. Segundo a companhia, essas ferramentas externas estariam sobrecarregando a infraestrutura da plataforma de mensagens.

A big tech reformulou os termos do WhatsApp Business Solution Terms em outubro passado, excluindo a possibilidade de uso de tecnologias alternativas à Meta AI na plataforma corporativa.

Próximos passos da investigação

Com a instauração do inquérito, a Meta será notificada para se manifestar formalmente. A Superintendência-Geral também coletará informações junto ao mercado para avaliar os indícios de infração à ordem econômica.

Ao final do procedimento, o Cade poderá decidir pela abertura de processo administrativo ou pelo arquivamento do caso.

Contexto internacional

O Cade destacou que práticas de abuso de posição dominante em mercados digitais envolvendo ferramentas de inteligência artificial têm sido alvo de investigações em diversos países. Assim, o caso em que o Cade investiga Meta se insere nesse contexto global, com o tema seguindo sob atenção de autoridades de defesa da concorrência no Brasil e no exterior.

A decisão do órgão antitruste brasileiro ocorre em momento de crescente escrutínio regulatório sobre grandes empresas de tecnologia e suas estratégias em mercados emergentes como o de IA.
Campo Grande se torna primeira cidade brasileira a criar marco legal para blockchainCampo Grande sancionou lei que oficializa a cidade como Polo de Inovação em Blockchain e Economia Digital, tornando-se a primeira capital brasileira a estabelecer marco regulatório municipal específico para tecnologias descentralizadas. A prefeita Adriane Lopes sancionou o projeto de autoria dos vereadores Maicon Nogueira e Ronilço Guerreiro, aprovado em regime de urgência pela Câmara Municipal. A legislação autoriza incentivos fiscais para empresas que desenvolvem soluções em blockchain, mas condiciona os benefícios ao cumprimento de contrapartidas sociais, ambientais e de desenvolvimento tecnológico. O texto também prevê uso gradual da tecnologia em serviços públicos municipais. Os benefícios, no entanto, não são automáticos. As companhias interessadas precisam cumprir contrapartidas que incluem compromissos sociais, ambientais e de desenvolvimento tecnológico. Essa exigência garante que o crescimento econômico venha acompanhado de responsabilidade corporativa e contribuições efetivas para a comunidade local. A medida oferece respaldo institucional inédito no país para profissionais e acadêmicos que já utilizam infraestrutura descentralizada. Com o reconhecimento legal, Campo Grande espera consolidar sua posição como destino seguro para capitais da nova economia digital. Modernização da gestão pública com blockchain Além dos estímulos ao setor privado, a nova lei prevê a adoção gradual de ferramentas digitais baseadas em blockchain nos serviços públicos municipais. O objetivo central é elevar os padrões de transparência e eficiência na gestão da prefeitura, otimizando o atendimento ao cidadão. A tecnologia blockchain, caracterizada por seu sistema de registro seguro e imutável, oferece proteção contra adulterações de informações críticas. Essa característica torna a solução especialmente adequada para processos administrativos que exigem confiabilidade e rastreabilidade, como registros de documentos, licitações e contratos públicos. A implementação dessas ferramentas representa uma modernização significativa na infraestrutura administrativa da capital, alinhando-a às melhores práticas internacionais de governança digital. Conselho municipal de inovação digital Para garantir a execução efetiva das políticas públicas, a legislação cria o Conselho Municipal de Inovação Digital. Este órgão inédito terá a função de propor diretrizes específicas e monitorar a integração entre o setor público, empresas de tecnologia e sociedade civil. O conselho funcionará como mediador estratégico, mantendo o ecossistema atualizado diante das rápidas transformações do mercado tecnológico. A estrutura promoverá a ponte entre o setor produtivo, universidades e poder público, buscando sinergia nas iniciativas relacionadas à economia digital. Entre as atribuições do conselho está o fomento a pesquisas acadêmicas avançadas em áreas como criptografia e redes de dados. Essa colaboração visa preparar a mão de obra local para lidar com as novas dinâmicas financeiras globais, aumentando a empregabilidade de profissionais da região. Segurança jurídica para investidores Os legisladores destacam que a agenda estabelecida pela nova lei prepara a capital sul-mato-grossense para os desafios econômicos dos próximos anos. A formalização do título de Polo de Inovação oferece a segurança jurídica necessária para que investidores nacionais e internacionais considerem Campo Grande como destino para seus projetos. A medida transforma a capital em um centro de referência nacional para negócios da Web3, termo que designa a nova geração da internet baseada em tecnologias descentralizadas. Esse posicionamento estratégico pode atrair não apenas empresas consolidadas, mas também incentivar o surgimento de novos empreendimentos de base tecnológica na região. Com a sanção oficial, Campo Grande demonstra que cidades brasileiras podem liderar processos de inovação tecnológica quando existe vontade política e planejamento adequado. A iniciativa serve de modelo para outras capitais que desejam desenvolver seus ecossistemas digitais e atrair investimentos em tecnologias emergentes. A legislação entra em vigor imediatamente, dando início a uma nova fase no desenvolvimento econômico e tecnológico de Campo Grande, que agora se posiciona como pioneira nacional na adoção institucional da tecnologia blockchain.

Campo Grande se torna primeira cidade brasileira a criar marco legal para blockchain

Campo Grande sancionou lei que oficializa a cidade como Polo de Inovação em Blockchain e Economia Digital, tornando-se a primeira capital brasileira a estabelecer marco regulatório municipal específico para tecnologias descentralizadas. A prefeita Adriane Lopes sancionou o projeto de autoria dos vereadores Maicon Nogueira e Ronilço Guerreiro, aprovado em regime de urgência pela Câmara Municipal.

A legislação autoriza incentivos fiscais para empresas que desenvolvem soluções em blockchain, mas condiciona os benefícios ao cumprimento de contrapartidas sociais, ambientais e de desenvolvimento tecnológico. O texto também prevê uso gradual da tecnologia em serviços públicos municipais.

Os benefícios, no entanto, não são automáticos. As companhias interessadas precisam cumprir contrapartidas que incluem compromissos sociais, ambientais e de desenvolvimento tecnológico. Essa exigência garante que o crescimento econômico venha acompanhado de responsabilidade corporativa e contribuições efetivas para a comunidade local.

A medida oferece respaldo institucional inédito no país para profissionais e acadêmicos que já utilizam infraestrutura descentralizada. Com o reconhecimento legal, Campo Grande espera consolidar sua posição como destino seguro para capitais da nova economia digital.

Modernização da gestão pública com blockchain

Além dos estímulos ao setor privado, a nova lei prevê a adoção gradual de ferramentas digitais baseadas em blockchain nos serviços públicos municipais. O objetivo central é elevar os padrões de transparência e eficiência na gestão da prefeitura, otimizando o atendimento ao cidadão.

A tecnologia blockchain, caracterizada por seu sistema de registro seguro e imutável, oferece proteção contra adulterações de informações críticas. Essa característica torna a solução especialmente adequada para processos administrativos que exigem confiabilidade e rastreabilidade, como registros de documentos, licitações e contratos públicos.

A implementação dessas ferramentas representa uma modernização significativa na infraestrutura administrativa da capital, alinhando-a às melhores práticas internacionais de governança digital.

Conselho municipal de inovação digital

Para garantir a execução efetiva das políticas públicas, a legislação cria o Conselho Municipal de Inovação Digital. Este órgão inédito terá a função de propor diretrizes específicas e monitorar a integração entre o setor público, empresas de tecnologia e sociedade civil.

O conselho funcionará como mediador estratégico, mantendo o ecossistema atualizado diante das rápidas transformações do mercado tecnológico. A estrutura promoverá a ponte entre o setor produtivo, universidades e poder público, buscando sinergia nas iniciativas relacionadas à economia digital.

Entre as atribuições do conselho está o fomento a pesquisas acadêmicas avançadas em áreas como criptografia e redes de dados. Essa colaboração visa preparar a mão de obra local para lidar com as novas dinâmicas financeiras globais, aumentando a empregabilidade de profissionais da região.

Segurança jurídica para investidores

Os legisladores destacam que a agenda estabelecida pela nova lei prepara a capital sul-mato-grossense para os desafios econômicos dos próximos anos. A formalização do título de Polo de Inovação oferece a segurança jurídica necessária para que investidores nacionais e internacionais considerem Campo Grande como destino para seus projetos.

A medida transforma a capital em um centro de referência nacional para negócios da Web3, termo que designa a nova geração da internet baseada em tecnologias descentralizadas. Esse posicionamento estratégico pode atrair não apenas empresas consolidadas, mas também incentivar o surgimento de novos empreendimentos de base tecnológica na região.

Com a sanção oficial, Campo Grande demonstra que cidades brasileiras podem liderar processos de inovação tecnológica quando existe vontade política e planejamento adequado. A iniciativa serve de modelo para outras capitais que desejam desenvolver seus ecossistemas digitais e atrair investimentos em tecnologias emergentes.

A legislação entra em vigor imediatamente, dando início a uma nova fase no desenvolvimento econômico e tecnológico de Campo Grande, que agora se posiciona como pioneira nacional na adoção institucional da tecnologia blockchain.
Padrão do Ethereum indica possibilidade de retorno aos US$ 4 milO Ethereum apresenta força renovada. O preço subiu quase 7% nas últimas 24 horas e ampliou sua recente recuperação, avançando de forma consistente no gráfico de 12 horas. Esse movimento não foi aleatório. O Ethereum confirmou um rompimento do padrão “cup-and-handle”, estrutura que geralmente sinaliza continuidade de tendência quando acompanhada por volume expressivo. O rompimento coloca novamente o patamar de US$ 4 mil em destaque. No entanto, apesar da formação técnica ser positiva, diversos indicadores de momento e dados on-chain sugerem que a possível alta pode conter riscos. No gráfico de 12 horas, o Ethereum concluiu a formação de “cup-and-handle” com uma linha de pescoço levemente inclinada para baixo. Essa inclinação tem relevância. Uma linha de pescoço descendente indica que os compradores precisam absorver a pressão vendedora em diferentes patamares, e não apenas superar uma resistência plana de uma vez. Em resumo, a recuperação exige maior força, o que explica o avanço gradual dos preços em vez de um rally impulsivo. Em 13 de janeiro, o Ethereum superou essa linha de pescoço, formando um forte candle de alta. O volume é o principal fator de confirmação. O rompimento ocorreu com maior volume de compras, refletido pelas barras verdes, mostrando que investidores atuaram com convicção, e não apenas devido à liquidez reduzida. Essa participação reduz o risco de movimentos falsos, mesmo que a continuidade aconteça de forma gradual. ETH Price Breakout: TradingView Considerando o início do padrão, a análise aponta para a região dos US$ 4.010. Isso não significa que o Ethereum chegará nesse patamar de forma linear, mas coloca esse valor novamente no radar técnico, após algumas semanas afastado. Com estrutura e volume favoráveis, a perspectiva otimista fica clara. Agora, o questionamento é se o impulso será suficiente para manter a trajetória. Risco de momentum surge com aumento dos lucros de curto prazo Embora a estrutura de preços se mostre sólida, indicadores de momento apontam algum risco. No mesmo intervalo de 12 horas, o Índice de Força Relativa (RSI) do Ethereum sugere possibilidade de divergência baixista. O RSI avalia o impulso ao comparar ganhos e perdas recentes. A divergência ocorre quando o preço atinge topos mais altos enquanto o RSI registra topos mais baixos, indicando enfraquecimento do movimento. No gráfico de 12 horas, isso pode resultar em correção. Entre 6 e 14 de janeiro, o preço do Ethereum avançou, mas o RSI ainda não confirmou toda essa força. Essa divergência segue em formação, sem confirmação. Ela deve permanecer sem validação caso o Ethereum consiga manter-se acima da zona dos US$ 3.360 e o RSI suba. Caso contrário, permanece como risco, não como definição. Desenvolvimento da divergência no RSI do ETH: TradingView Os dados on-chain trazem mais contexto. O NUPL dos investidores de curto prazo, métrica que significa Lucro/Prejuízo Não Realizado Líquido, atingiu o maior nível em cerca de dois meses, ainda que permaneça na zona de capitulação. O indicador mostra se os investidores estão em lucro ou prejuízo. Elevação do NUPL indica mais investidores temporários no positivo, o que aumenta a possibilidade de vendas para realização de lucros. Alta do NUPL: Glassnode Isso é relevante porque, na última vez em que o NUPL dos investidores de curto prazo atingiu um pico local, o Ethereum recuou de forma significativa. No início de janeiro, ao alcançar o topo, o ativo caiu de cerca de US$ 3.295 para aproximadamente US$ 3.090, uma queda de cerca de 6%. Esse comportamento passado torna o movimento atual digno de acompanhamento. No entanto, há uma diferença importante desta vez. A atividade de moedas gastas, indicador que mostra se ativos comprados recentemente estão sendo movimentados ou vendidos, segue baixa. Nas últimas 24 horas, moedas na faixa de 30 a 60 dias tiveram queda próxima de 80% no volume gasto, indicando que, mesmo com lucros não realizados em alta, investidores de curto prazo ainda não estão se desfazendo de suas posições. Atividade das moedas cai apesar do risco: Santiment Mesmo com a alta do NUPL, investidores de curto prazo não estão realizando lucros de forma expressiva. Isso indica que há lucro acumulado, mas a confiança dos participantes permanece. Níveis de preço do Ethereum para acompanhar agora Com a estrutura otimista e risco de momento condicional, o próximo movimento do Ethereum depende de níveis-chave de preço. Manter-se acima da região de US$ 3.250–US$ 3.270 preserva a tendência de alta. Um movimento sustentado acima de US$ 3.360–US$ 3.380 provavelmente eliminaria o risco de divergência do RSI por algum tempo e abriria espaço para a retomada do impulso. Um fechamento consistente acima dessa faixa reforçaria a probabilidade de continuidade até US$ 3.580, depois US$ 3.910 e, por fim, a área psicológica de US$ 4 mil–US$ 4.010. Análise de preço do Ethereum: TradingView Se o risco de momento prevalecer (com o próximo candle abaixo de US$ 3.360), passam a ganhar destaque os suportes inferiores. Perder o patamar de US$ 3.250 enfraquece a estrutura de curto prazo. Abaixo desse valor, US$ 3.180 e, em seguida, US$ 3.050 se tornam relevantes como zonas de suporte, especialmente se investidores de curto prazo começarem a realizar lucros não realizados. O Ethereum não precisa de condições perfeitas para avançar. É necessário que o volume se mantenha, o risco de momento diminua e investidores de curto prazo adotem uma postura paciente. Se esses fatores se confirmarem, o alvo de US$ 4 mil deixa de ser aspiracional e passa a ser estrutural.

Padrão do Ethereum indica possibilidade de retorno aos US$ 4 mil

O Ethereum apresenta força renovada. O preço subiu quase 7% nas últimas 24 horas e ampliou sua recente recuperação, avançando de forma consistente no gráfico de 12 horas.

Esse movimento não foi aleatório. O Ethereum confirmou um rompimento do padrão “cup-and-handle”, estrutura que geralmente sinaliza continuidade de tendência quando acompanhada por volume expressivo.

O rompimento coloca novamente o patamar de US$ 4 mil em destaque. No entanto, apesar da formação técnica ser positiva, diversos indicadores de momento e dados on-chain sugerem que a possível alta pode conter riscos.

No gráfico de 12 horas, o Ethereum concluiu a formação de “cup-and-handle” com uma linha de pescoço levemente inclinada para baixo. Essa inclinação tem relevância.

Uma linha de pescoço descendente indica que os compradores precisam absorver a pressão vendedora em diferentes patamares, e não apenas superar uma resistência plana de uma vez. Em resumo, a recuperação exige maior força, o que explica o avanço gradual dos preços em vez de um rally impulsivo.

Em 13 de janeiro, o Ethereum superou essa linha de pescoço, formando um forte candle de alta. O volume é o principal fator de confirmação.

O rompimento ocorreu com maior volume de compras, refletido pelas barras verdes, mostrando que investidores atuaram com convicção, e não apenas devido à liquidez reduzida. Essa participação reduz o risco de movimentos falsos, mesmo que a continuidade aconteça de forma gradual.

ETH Price Breakout: TradingView

Considerando o início do padrão, a análise aponta para a região dos US$ 4.010. Isso não significa que o Ethereum chegará nesse patamar de forma linear, mas coloca esse valor novamente no radar técnico, após algumas semanas afastado.

Com estrutura e volume favoráveis, a perspectiva otimista fica clara. Agora, o questionamento é se o impulso será suficiente para manter a trajetória.

Risco de momentum surge com aumento dos lucros de curto prazo

Embora a estrutura de preços se mostre sólida, indicadores de momento apontam algum risco. No mesmo intervalo de 12 horas, o Índice de Força Relativa (RSI) do Ethereum sugere possibilidade de divergência baixista.

O RSI avalia o impulso ao comparar ganhos e perdas recentes. A divergência ocorre quando o preço atinge topos mais altos enquanto o RSI registra topos mais baixos, indicando enfraquecimento do movimento. No gráfico de 12 horas, isso pode resultar em correção.

Entre 6 e 14 de janeiro, o preço do Ethereum avançou, mas o RSI ainda não confirmou toda essa força. Essa divergência segue em formação, sem confirmação. Ela deve permanecer sem validação caso o Ethereum consiga manter-se acima da zona dos US$ 3.360 e o RSI suba. Caso contrário, permanece como risco, não como definição.

Desenvolvimento da divergência no RSI do ETH: TradingView

Os dados on-chain trazem mais contexto. O NUPL dos investidores de curto prazo, métrica que significa Lucro/Prejuízo Não Realizado Líquido, atingiu o maior nível em cerca de dois meses, ainda que permaneça na zona de capitulação. O indicador mostra se os investidores estão em lucro ou prejuízo. Elevação do NUPL indica mais investidores temporários no positivo, o que aumenta a possibilidade de vendas para realização de lucros.

Alta do NUPL: Glassnode

Isso é relevante porque, na última vez em que o NUPL dos investidores de curto prazo atingiu um pico local, o Ethereum recuou de forma significativa. No início de janeiro, ao alcançar o topo, o ativo caiu de cerca de US$ 3.295 para aproximadamente US$ 3.090, uma queda de cerca de 6%. Esse comportamento passado torna o movimento atual digno de acompanhamento.

No entanto, há uma diferença importante desta vez. A atividade de moedas gastas, indicador que mostra se ativos comprados recentemente estão sendo movimentados ou vendidos, segue baixa. Nas últimas 24 horas, moedas na faixa de 30 a 60 dias tiveram queda próxima de 80% no volume gasto, indicando que, mesmo com lucros não realizados em alta, investidores de curto prazo ainda não estão se desfazendo de suas posições.

Atividade das moedas cai apesar do risco: Santiment

Mesmo com a alta do NUPL, investidores de curto prazo não estão realizando lucros de forma expressiva. Isso indica que há lucro acumulado, mas a confiança dos participantes permanece.

Níveis de preço do Ethereum para acompanhar agora

Com a estrutura otimista e risco de momento condicional, o próximo movimento do Ethereum depende de níveis-chave de preço. Manter-se acima da região de US$ 3.250–US$ 3.270 preserva a tendência de alta. Um movimento sustentado acima de US$ 3.360–US$ 3.380 provavelmente eliminaria o risco de divergência do RSI por algum tempo e abriria espaço para a retomada do impulso.

Um fechamento consistente acima dessa faixa reforçaria a probabilidade de continuidade até US$ 3.580, depois US$ 3.910 e, por fim, a área psicológica de US$ 4 mil–US$ 4.010.

Análise de preço do Ethereum: TradingView

Se o risco de momento prevalecer (com o próximo candle abaixo de US$ 3.360), passam a ganhar destaque os suportes inferiores. Perder o patamar de US$ 3.250 enfraquece a estrutura de curto prazo. Abaixo desse valor, US$ 3.180 e, em seguida, US$ 3.050 se tornam relevantes como zonas de suporte, especialmente se investidores de curto prazo começarem a realizar lucros não realizados.

O Ethereum não precisa de condições perfeitas para avançar. É necessário que o volume se mantenha, o risco de momento diminua e investidores de curto prazo adotem uma postura paciente. Se esses fatores se confirmarem, o alvo de US$ 4 mil deixa de ser aspiracional e passa a ser estrutural.
US$ 6 bilhões em compras de Bitcoin movimentam exchangesO Bitcoin registrou forte valorização nesta semana, subindo de aproximadamente US$ 91 mil na segunda-feira (12) para pouco acima de US$ 95 mil ontem (13). Ao mesmo tempo, dados on-chain revelam um grande volume de BTC ingressando em carteiras de exchanges líderes. O movimento acentuado nos preços gerou discussões, com parte do mercado especulando sobre uma possível atuação coordenada de compras. Dados da empresa de análise on-chain Arkham indicam que as carteiras da Binance receberam sozinhas 32.752 BTC em cold e hot wallets, enquanto a Coinbase somou outros 26.486 BTC. Exchanges de menor porte também observaram entradas expressivas, com a Kraken e a Bitfinex adicionando 3.508 BTC e 3 mil BTC, respectivamente. Segundo a Arkham, o volume total dessas operações representa cerca de 6 bilhões de dólares em poder de compra combinado. Entradas de Bitcoin em exchanges nas últimas 24 horas. Fonte: Arkham A dimensão dessas transferências alimentou o debate sobre a possibilidade de que a recente alta de preços tenha sido impulsionada por uma movimentação coordenada no mercado. Changpeng Zhao, CEO da Binance, abordou o tema e esclareceu que os depósitos de BTC refletem compras de usuários nas carteiras da exchange, e não aquisições internas pela própria plataforma. Apesar do esclarecimento, analistas afirmam que os dados apontam para uma forte participação de investidores institucionais e de alto patrimônio. O movimento ocorre logo após a entrada de recursos nos ETFs de Bitcoin atingir níveis não vistos desde outubro de 2025, com o instrumento financeiro registrando aportes de US$ 753 milhões na terça-feira, 13 de janeiro. Fluxo em ETFs de Bitcoin. Fonte: SoSoValue O FBTC, da Fidelity, liderou as entradas na terça-feira, registrando US$ 351 milhões e destacando um dos sinais mais fortes do ano em relação à demanda institucional pelo BTC. Os US$ 100 mil são o próximo patamar para o preço do Bitcoin? Com a prata cotada para atingir US$ 100, o Bitcoin também busca os US$ 100 mil, impulsionado pelas recentes compras e pelo otimismo predominante no segmento de criptoativos. A escalada em direção aos US$ 100 mil ocorre enquanto investidores avaliam fatores macroeconômicos, incluindo tendências inflacionárias e medidas de liquidez dos bancos centrais, além de avanços no mercado de ativos digitais. A valorização reforça o papel do Bitcoin como reserva de valor de longo prazo diante das incertezas financeiras e do caos geopolítico. Os dados da Arkham sugerem concentração de operações entre grandes exchanges, que são frequentemente a principal porta de acesso para compras institucionais. Historicamente, entradas desse porte antecedem valorizações expressivas, já que refletem demanda crescente e oferta limitada no mercado. Contudo, mesmo com compras em larga escala, o segmento de cripto permanece volátil e reviravoltas bruscas não estão descartadas.

US$ 6 bilhões em compras de Bitcoin movimentam exchanges

O Bitcoin registrou forte valorização nesta semana, subindo de aproximadamente US$ 91 mil na segunda-feira (12) para pouco acima de US$ 95 mil ontem (13). Ao mesmo tempo, dados on-chain revelam um grande volume de BTC ingressando em carteiras de exchanges líderes.

O movimento acentuado nos preços gerou discussões, com parte do mercado especulando sobre uma possível atuação coordenada de compras.

Dados da empresa de análise on-chain Arkham indicam que as carteiras da Binance receberam sozinhas 32.752 BTC em cold e hot wallets, enquanto a Coinbase somou outros 26.486 BTC.

Exchanges de menor porte também observaram entradas expressivas, com a Kraken e a Bitfinex adicionando 3.508 BTC e 3 mil BTC, respectivamente. Segundo a Arkham, o volume total dessas operações representa cerca de 6 bilhões de dólares em poder de compra combinado.

Entradas de Bitcoin em exchanges nas últimas 24 horas. Fonte: Arkham

A dimensão dessas transferências alimentou o debate sobre a possibilidade de que a recente alta de preços tenha sido impulsionada por uma movimentação coordenada no mercado. Changpeng Zhao, CEO da Binance, abordou o tema e esclareceu que os depósitos de BTC refletem compras de usuários nas carteiras da exchange, e não aquisições internas pela própria plataforma.

Apesar do esclarecimento, analistas afirmam que os dados apontam para uma forte participação de investidores institucionais e de alto patrimônio.

O movimento ocorre logo após a entrada de recursos nos ETFs de Bitcoin atingir níveis não vistos desde outubro de 2025, com o instrumento financeiro registrando aportes de US$ 753 milhões na terça-feira, 13 de janeiro.

Fluxo em ETFs de Bitcoin. Fonte: SoSoValue

O FBTC, da Fidelity, liderou as entradas na terça-feira, registrando US$ 351 milhões e destacando um dos sinais mais fortes do ano em relação à demanda institucional pelo BTC.

Os US$ 100 mil são o próximo patamar para o preço do Bitcoin?

Com a prata cotada para atingir US$ 100, o Bitcoin também busca os US$ 100 mil, impulsionado pelas recentes compras e pelo otimismo predominante no segmento de criptoativos.

A escalada em direção aos US$ 100 mil ocorre enquanto investidores avaliam fatores macroeconômicos, incluindo tendências inflacionárias e medidas de liquidez dos bancos centrais, além de avanços no mercado de ativos digitais.

A valorização reforça o papel do Bitcoin como reserva de valor de longo prazo diante das incertezas financeiras e do caos geopolítico.

Os dados da Arkham sugerem concentração de operações entre grandes exchanges, que são frequentemente a principal porta de acesso para compras institucionais.

Historicamente, entradas desse porte antecedem valorizações expressivas, já que refletem demanda crescente e oferta limitada no mercado. Contudo, mesmo com compras em larga escala, o segmento de cripto permanece volátil e reviravoltas bruscas não estão descartadas.
Dash sobe 30% em 24 horas, mas indicadores alertam para necessidade de confirmaçãoA Dash (DASH) registrou alta de mais de 30% nas últimas 24 horas e acumula valorização acima de 33% na semana, atingindo US$ 68 antes de recuar. Mesmo após o ajuste, a criptomoeda voltada à privacidade supera o desempenho médio do mercado cripto, sinalizando força compradora. A valorização, no entanto, enfrenta obstáculos técnicos. Indicadores baseados em volume alertam que o movimento precisa de confirmação antes que a DASH tente avanço mais robusto. Ao mesmo tempo, a estrutura atual apresenta semelhanças com cenário que antecedeu valorização de 550% em outubro de 2024. Volume não acompanha alta de preço O On-Balance Volume (OBV), indicador que mede pressão compradora versus vendedora, vem caindo desde meados de novembro, formando linha de tendência descendente. Na recente alta que levou o preço a US$ 68, o OBV avançou, mas não rompeu essa linha de resistência. Falha de Volume: TradingView A divergência entre preço e volume explica o recuo posterior. Compradores impulsionaram a cotação, mas o volume não confirmou o movimento com intensidade suficiente. Para a DASH retomar força, o volume precisa acompanhar o avanço de preço. Estrutura técnica replica rali de 550% Apesar da fraqueza no volume, a estrutura de tendência mostra cenário construtivo. A Dash atualmente negocia acima das médias móveis exponenciais (EMAs) de 20, 50, 100 e 200 dias simultaneamente — alinhamento que ocorreu pela última vez no início de outubro, pouco antes da valorização de 550% nas semanas seguintes. Existe, contudo, diferença relevante entre os períodos. Em outubro, a alta foi majoritariamente impulsionada por sentimento especulativo. Moedas de privacidade dispararam enquanto a Zcash registrava picos sucessivos, e o Chaikin Money Flow (CMF) — que mede entrada ou saída de capital — apresentava forte volatilidade, frequentemente caindo abaixo de zero. Fluxo de Capital Pode Impulsionar Alta Explosiva da DASH: TradingView Atualmente, o CMF permanece acima de zero e próximo à linha de tendência descendente. Caso rompa essa marca, indicará entrada de capital consistente, não apenas movimentos especulativos. Essa mudança daria suporte a alta estruturada em vez de rali baseado exclusivamente em expectativa. Alavancagem equilibrada reduz risco de volatilidade extrema Dados de derivativos mostram que a alta ainda não está congestionada. Somente na Bybit, no par perpétuo DASH/USDT, o saldo entre posições compradas e vendidas segue relativamente equilibrado. Níveis de liquidação estão parelhos — alavancagem longa em US$ 5,28 milhões e alavancagem curta em US$ 5,47 milhões. Isso significa que não há risco iminente de squeeze forçando uma forte oscilação para qualquer lado. Risco de Alavancagem Mínimo: Coinglass Esse equilíbrio permite que o preço da DASH avance de forma orgânica. A principal resistência está na faixa entre US$ 61-US$ 69, nível que a DASH perdeu em novembro e ainda não recuperou. Um rompimento com manutenção acima de US$ 69 liberaria alvos próximos de US$ 77, seguidos por US$ 104, o que representaria valorização em torno de 73% em relação ao patamar atual. Por outro lado, se perder o suporte em US$ 51, a estrutura altista ficaria enfraquecida. Uma queda mais acentuada poderia levar a DASH à região dos US$ 35 caso as condições gerais de mercado piorem. Análise de preço do DASH: TradingView O recuo recente da Dash foi justificado pela confirmação fraca do volume. No entanto, o cenário geral permanece positivo. O alinhamento das EMAs reflete um movimento histórico de alta de 550%, e o fluxo de capital está mais saudável do que naquele período. Se o volume e o CMF confirmarem, o preço da DASH pode voltar a subir sem depender do sentimento do mercado.

Dash sobe 30% em 24 horas, mas indicadores alertam para necessidade de confirmação

A Dash (DASH) registrou alta de mais de 30% nas últimas 24 horas e acumula valorização acima de 33% na semana, atingindo US$ 68 antes de recuar. Mesmo após o ajuste, a criptomoeda voltada à privacidade supera o desempenho médio do mercado cripto, sinalizando força compradora.

A valorização, no entanto, enfrenta obstáculos técnicos. Indicadores baseados em volume alertam que o movimento precisa de confirmação antes que a DASH tente avanço mais robusto. Ao mesmo tempo, a estrutura atual apresenta semelhanças com cenário que antecedeu valorização de 550% em outubro de 2024.

Volume não acompanha alta de preço

O On-Balance Volume (OBV), indicador que mede pressão compradora versus vendedora, vem caindo desde meados de novembro, formando linha de tendência descendente. Na recente alta que levou o preço a US$ 68, o OBV avançou, mas não rompeu essa linha de resistência.

Falha de Volume: TradingView

A divergência entre preço e volume explica o recuo posterior. Compradores impulsionaram a cotação, mas o volume não confirmou o movimento com intensidade suficiente. Para a DASH retomar força, o volume precisa acompanhar o avanço de preço.

Estrutura técnica replica rali de 550%

Apesar da fraqueza no volume, a estrutura de tendência mostra cenário construtivo. A Dash atualmente negocia acima das médias móveis exponenciais (EMAs) de 20, 50, 100 e 200 dias simultaneamente — alinhamento que ocorreu pela última vez no início de outubro, pouco antes da valorização de 550% nas semanas seguintes.

Existe, contudo, diferença relevante entre os períodos. Em outubro, a alta foi majoritariamente impulsionada por sentimento especulativo. Moedas de privacidade dispararam enquanto a Zcash registrava picos sucessivos, e o Chaikin Money Flow (CMF) — que mede entrada ou saída de capital — apresentava forte volatilidade, frequentemente caindo abaixo de zero.

Fluxo de Capital Pode Impulsionar Alta Explosiva da DASH: TradingView

Atualmente, o CMF permanece acima de zero e próximo à linha de tendência descendente. Caso rompa essa marca, indicará entrada de capital consistente, não apenas movimentos especulativos. Essa mudança daria suporte a alta estruturada em vez de rali baseado exclusivamente em expectativa.

Alavancagem equilibrada reduz risco de volatilidade extrema

Dados de derivativos mostram que a alta ainda não está congestionada. Somente na Bybit, no par perpétuo DASH/USDT, o saldo entre posições compradas e vendidas segue relativamente equilibrado. Níveis de liquidação estão parelhos — alavancagem longa em US$ 5,28 milhões e alavancagem curta em US$ 5,47 milhões.

Isso significa que não há risco iminente de squeeze forçando uma forte oscilação para qualquer lado.

Risco de Alavancagem Mínimo: Coinglass

Esse equilíbrio permite que o preço da DASH avance de forma orgânica. A principal resistência está na faixa entre US$ 61-US$ 69, nível que a DASH perdeu em novembro e ainda não recuperou. Um rompimento com manutenção acima de US$ 69 liberaria alvos próximos de US$ 77, seguidos por US$ 104, o que representaria valorização em torno de 73% em relação ao patamar atual.

Por outro lado, se perder o suporte em US$ 51, a estrutura altista ficaria enfraquecida. Uma queda mais acentuada poderia levar a DASH à região dos US$ 35 caso as condições gerais de mercado piorem.

Análise de preço do DASH: TradingView

O recuo recente da Dash foi justificado pela confirmação fraca do volume. No entanto, o cenário geral permanece positivo. O alinhamento das EMAs reflete um movimento histórico de alta de 550%, e o fluxo de capital está mais saudável do que naquele período. Se o volume e o CMF confirmarem, o preço da DASH pode voltar a subir sem depender do sentimento do mercado.
El Salvador lança “passaporte Bitcoin” com descontos de até 10% para impulsionar uso de BTCEl Salvador apresentou o passaporte “Bitcoin Country “, programa que oferece descontos de até 10% em estabelecimentos locais para quem utilizar Bitcoin em pagamentos. A iniciativa marca nova fase na estratégia do país centro-americano de incentivar o uso cotidiano da criptomoeda, quatro anos após torná-la moeda de curso legal. Diferente do passaporte oficial, a credencial funciona como programa de fidelidade voltado tanto para residentes quanto para turistas. O foco está em setores como hotelaria, restaurantes e serviços turísticos que aceitem BTC como forma de pagamento. Como funciona o passaporte Bitcoin Country de El Salvador? O programa busca reduzir a distância entre possuir Bitcoin e utilizá-lo em transações do dia a dia. Até agora, a adoção da Lei Bitcoin, aprovada em 2021, teve resultados mistos no país, com parte significativa da população ainda preferindo o dólar para transações correntes. “Bitcoin Country fica em El Salvador. Tem uma população de aproximadamente 1 milhão de habitantes e um PIB de cerca de 5 bilhões de dólares. Todos os cidadãos são otimistas e participam direta ou indiretamente de um dos muitos centros de economia circular em torno do Bitcoin”, afirmou Max Keiser, maximalista de Bitcoin e figura próxima ao governo salvadorenho. A eficácia do programa dependerá da adesão de estabelecimentos comerciais. Sem rede ampla de participantes, o benefício pode ficar restrito a nichos turísticos específicos, analistas apontam. O impacto, porém, dependerá da abrangência. Para que o incentivo seja significativo, é necessário contar com uma ampla rede de estabelecimentos e proporcionar experiência clara ao usuário. Sem cobertura suficiente, o benefício pode se restringir a um gesto simbólico. Assine nossas Newsletters: receba todas as informações relevantes sobre o universo Web3 diretamente na sua caixa de entrada. Turismo como vetor de adoção A aposta no turismo não é casual. Visitantes representam fluxo concentrado de consumo e tendem a estar mais abertos a experimentar formas alternativas de pagamento. O governo salvadorenho calcula que essa dinâmica pode acelerar a curva de aprendizado de comerciantes e normalizar transações em criptomoedas. A estratégia ocorre em momento em que El Salvador busca diversificar atrações turísticas e competir com destinos consolidados na região. O “passaporte Bitcoin” visa criar diferencial para atrair público interessado em criptoativos. Contexto político e críticas O governo do presidente Nayib Bukele mantém defesa pública da estratégia Bitcoin, mesmo diante de críticas de organismos internacionais. O Fundo Monetário Internacional (FMI) já recomendou ao país rever a adoção do BTC como moeda legal, citando preocupações com volatilidade e riscos fiscais. A comunidade cripto recebeu a iniciativa de forma majoritariamente positiva nas redes sociais, destacando que o programa incentiva uso prático sem promessas de retorno financeiro. Questionamentos sobre transparência na distribuição dos benefícios e mecanismos de avaliação de resultados, porém, persistem. Resultados ainda por medir O sucesso do “Bitcoin Country Passport” dependerá de métricas concretas: quantidade de estabelecimentos aderentes, volume de transações em BTC e impacto no fluxo turístico. Sem dados consistentes, o programa pode não passar de ação de marketing institucional. El Salvador consolidou-se como caso de estudo sobre adoção estatal de criptomoedas. O novo programa representa tentativa de deslocar o debate do campo regulatório para aplicação prática, testando se incentivos econômicos diretos conseguem alterar hábitos de pagamento estabelecidos.

El Salvador lança “passaporte Bitcoin” com descontos de até 10% para impulsionar uso de BTC

El Salvador apresentou o passaporte “Bitcoin Country “, programa que oferece descontos de até 10% em estabelecimentos locais para quem utilizar Bitcoin em pagamentos. A iniciativa marca nova fase na estratégia do país centro-americano de incentivar o uso cotidiano da criptomoeda, quatro anos após torná-la moeda de curso legal.

Diferente do passaporte oficial, a credencial funciona como programa de fidelidade voltado tanto para residentes quanto para turistas. O foco está em setores como hotelaria, restaurantes e serviços turísticos que aceitem BTC como forma de pagamento.

Como funciona o passaporte Bitcoin Country de El Salvador?

O programa busca reduzir a distância entre possuir Bitcoin e utilizá-lo em transações do dia a dia. Até agora, a adoção da Lei Bitcoin, aprovada em 2021, teve resultados mistos no país, com parte significativa da população ainda preferindo o dólar para transações correntes.

“Bitcoin Country fica em El Salvador. Tem uma população de aproximadamente 1 milhão de habitantes e um PIB de cerca de 5 bilhões de dólares. Todos os cidadãos são otimistas e participam direta ou indiretamente de um dos muitos centros de economia circular em torno do Bitcoin”, afirmou Max Keiser, maximalista de Bitcoin e figura próxima ao governo salvadorenho.

A eficácia do programa dependerá da adesão de estabelecimentos comerciais. Sem rede ampla de participantes, o benefício pode ficar restrito a nichos turísticos específicos, analistas apontam.

O impacto, porém, dependerá da abrangência. Para que o incentivo seja significativo, é necessário contar com uma ampla rede de estabelecimentos e proporcionar experiência clara ao usuário. Sem cobertura suficiente, o benefício pode se restringir a um gesto simbólico.

Assine nossas Newsletters: receba todas as informações relevantes sobre o universo Web3 diretamente na sua caixa de entrada.

Turismo como vetor de adoção

A aposta no turismo não é casual. Visitantes representam fluxo concentrado de consumo e tendem a estar mais abertos a experimentar formas alternativas de pagamento. O governo salvadorenho calcula que essa dinâmica pode acelerar a curva de aprendizado de comerciantes e normalizar transações em criptomoedas.

A estratégia ocorre em momento em que El Salvador busca diversificar atrações turísticas e competir com destinos consolidados na região. O “passaporte Bitcoin” visa criar diferencial para atrair público interessado em criptoativos.

Contexto político e críticas

O governo do presidente Nayib Bukele mantém defesa pública da estratégia Bitcoin, mesmo diante de críticas de organismos internacionais. O Fundo Monetário Internacional (FMI) já recomendou ao país rever a adoção do BTC como moeda legal, citando preocupações com volatilidade e riscos fiscais.

A comunidade cripto recebeu a iniciativa de forma majoritariamente positiva nas redes sociais, destacando que o programa incentiva uso prático sem promessas de retorno financeiro. Questionamentos sobre transparência na distribuição dos benefícios e mecanismos de avaliação de resultados, porém, persistem.

Resultados ainda por medir

O sucesso do “Bitcoin Country Passport” dependerá de métricas concretas: quantidade de estabelecimentos aderentes, volume de transações em BTC e impacto no fluxo turístico. Sem dados consistentes, o programa pode não passar de ação de marketing institucional.

El Salvador consolidou-se como caso de estudo sobre adoção estatal de criptomoedas. O novo programa representa tentativa de deslocar o debate do campo regulatório para aplicação prática, testando se incentivos econômicos diretos conseguem alterar hábitos de pagamento estabelecidos.
XRP sobe 4% após Ripple obter sinal verde para licença regulatória em LuxemburgoO preço do XRP subiu 4% nesta quarta-feira (14), cotado a US$ 2,14, após relatos de que a Ripple obteve aprovação preliminar para uma licença de Instituição de Dinheiro Eletrônico (EMI) em Luxemburgo. O avanço regulatório marca expansão estratégica da empresa de pagamentos blockchain na Europa. Aprovação preliminar permite expansão na UE A Ripple informou que a Commission de Surveillance du Secteur Financier (CSSF), regulador financeiro luxemburguês, concedeu sinal verde inicial para a licença EMI, sujeito ao cumprimento de condições adicionais. Se confirmada, a autorização permitirá que a Ripple ofereça serviços de pagamento regulados envolvendo stablecoins e outros ativos digitais em toda a União Europeia. O sistema de passaporte europeu possibilita operação em diversos países do bloco usando Luxemburgo como base regulatória, sem necessidade de licenças específicas em cada jurisdição. Desempenho do preço do XRP. Fonte: BeInCrypto Luxemburgo como hub estratégico A escolha de Luxemburgo posiciona o país como peça central na estratégia europeia da Ripple. Uma licença EMI permite à empresa atuar conforme regras padronizadas da UE, garantindo acesso a múltiplos mercados com um único processo regulatório. Para um setor sujeito a exigências crescentes de compliance, a capacidade de expandir operações em conformidade com normas internacionais representa vantagem competitiva significativa. Mercado reage positivamente Investidores demonstraram otimismo com a notícia. O XRP, que estava cotado a US$ 2,14 no momento da publicação, registrou alta de quase 4% após o anúncio, refletindo expectativas sobre o impacto da expansão regulatória da Ripple na Europa. Apesar de reações de preço a questões regulatórias serem frequentemente instáveis, a aprovação em Luxemburgo reforça a percepção de que a Ripple se consolida como uma das empresas de cripto mais alinhadas a padrões institucionais nos grandes mercados financeiros. “A UE esteve entre as primeiras grandes jurisdições a apresentar normas abrangentes para ativos digitais, fornecendo a segurança necessária para que instituições financeiras avancem da fase piloto para operações de escala em blockchain”, disse Monica Long, presidente da Ripple, em comunicado, ao descrever a aprovação em Luxemburgo como parte de uma ampla iniciativa para modernizar a infraestrutura de pagamentos internacionais. Cassie Craddock, diretora-geral da Ripple para o Reino Unido e Europa, afirmou que a abordagem regulatória de Luxemburgo tornou o país um polo de inovação financeira. Ela destacou ainda que a aprovação preliminar permite à Ripple oferecer infraestrutura de blockchain em conformidade para clientes em toda a União Europeia.

XRP sobe 4% após Ripple obter sinal verde para licença regulatória em Luxemburgo

O preço do XRP subiu 4% nesta quarta-feira (14), cotado a US$ 2,14, após relatos de que a Ripple obteve aprovação preliminar para uma licença de Instituição de Dinheiro Eletrônico (EMI) em Luxemburgo.

O avanço regulatório marca expansão estratégica da empresa de pagamentos blockchain na Europa.

Aprovação preliminar permite expansão na UE

A Ripple informou que a Commission de Surveillance du Secteur Financier (CSSF), regulador financeiro luxemburguês, concedeu sinal verde inicial para a licença EMI, sujeito ao cumprimento de condições adicionais.

Se confirmada, a autorização permitirá que a Ripple ofereça serviços de pagamento regulados envolvendo stablecoins e outros ativos digitais em toda a União Europeia. O sistema de passaporte europeu possibilita operação em diversos países do bloco usando Luxemburgo como base regulatória, sem necessidade de licenças específicas em cada jurisdição.

Desempenho do preço do XRP. Fonte: BeInCrypto Luxemburgo como hub estratégico

A escolha de Luxemburgo posiciona o país como peça central na estratégia europeia da Ripple. Uma licença EMI permite à empresa atuar conforme regras padronizadas da UE, garantindo acesso a múltiplos mercados com um único processo regulatório.

Para um setor sujeito a exigências crescentes de compliance, a capacidade de expandir operações em conformidade com normas internacionais representa vantagem competitiva significativa.

Mercado reage positivamente

Investidores demonstraram otimismo com a notícia. O XRP, que estava cotado a US$ 2,14 no momento da publicação, registrou alta de quase 4% após o anúncio, refletindo expectativas sobre o impacto da expansão regulatória da Ripple na Europa.

Apesar de reações de preço a questões regulatórias serem frequentemente instáveis, a aprovação em Luxemburgo reforça a percepção de que a Ripple se consolida como uma das empresas de cripto mais alinhadas a padrões institucionais nos grandes mercados financeiros.

“A UE esteve entre as primeiras grandes jurisdições a apresentar normas abrangentes para ativos digitais, fornecendo a segurança necessária para que instituições financeiras avancem da fase piloto para operações de escala em blockchain”, disse Monica Long, presidente da Ripple, em comunicado, ao descrever a aprovação em Luxemburgo como parte de uma ampla iniciativa para modernizar a infraestrutura de pagamentos internacionais.

Cassie Craddock, diretora-geral da Ripple para o Reino Unido e Europa, afirmou que a abordagem regulatória de Luxemburgo tornou o país um polo de inovação financeira.

Ela destacou ainda que a aprovação preliminar permite à Ripple oferecer infraestrutura de blockchain em conformidade para clientes em toda a União Europeia.
Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 14/01/2025?A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e do Bitcoin (BTC) disparou, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos EUA se manteve estável em dezembro de 2025. Após a divulgação do relatório do Departamento de Estatísticas do Trabalho (BLS), os tokens de criptomoedas subiram vertiginosamente, resultando em ganhos para as altcoins. Os tokens de privacidade continuaram a dominar o mercado, com a Dash (DASH) registrando uma alta de 48% em 24 horas. Nas notícias de hoje: Os acionistas da Strive aprovaram a aquisição da Semler Scientific , mas um grupamento de ações inesperado na proporção de 1 para 20 provocou uma onda de vendas de ações de ambas as empresas. O negócio, totalmente em ações, transfere os 5.048 BTC da Semler para a Strive, elevando o total da empresa combinada para quase 12.798 BTC e tornando-a a 11ª maior detentora corporativa. A Rússia está avançando com uma legislação que permitiria a investidores não qualificados participar do mercado de criptomoedas do país. Um projeto de lei está pronto e deve ser analisado durante a sessão de primavera do parlamento, de acordo com funcionários da Duma Estatal. O mercado de criptomoedas dispara A capitalização total do mercado de criptomoedas subiu para US$ 3,21 trilhões, um aumento de US$ 143 bilhões em 24 horas. A TOTAL está tentando transformar os US$ 3,21 trilhões em uma zona de suporte. A manutenção desse nível sinalizaria uma melhora na estrutura do mercado e confirmaria a renovada confiança entre os investidores após a recente volatilidade nos principais ativos digitais. O otimismo se fortaleceu após o índice de preços ao consumidor (IPC) dos EUA permanecer inalterado em 2,7% em relação ao ano anterior. Dados estáveis ​​de inflação impulsionaram o apetite por risco, elevando o Bitcoin e as altcoins. Esse cenário macroeconômico favorável posiciona a TOTAL para uma valorização em direção a US$ 3,26 trilhões, desde que o ímpeto e os fluxos de capital se mantenham consistentes no curto prazo. Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView Apesar da força, os riscos de queda persistem, uma vez que pode haver realização de lucros. Os investidores podem concretizar os ganhos recentes após a forte alta. Se a pressão vendedora aumentar, a TOTAL poderá perder US$ 3,21 trilhões e revisitar os US$ 3,16 trilhões, um suporte previamente testado que determinará se a tendência de alta pode se sustentar. Bitcoin finalmente ultrapassa a marca de US$ 95 mil O Bitcoin está sendo negociado próximo a US$ 95.375, mantendo-se firmemente acima do nível de suporte de US$ 95 mil. Uma alta diária de 4,5% impulsionou o BTC acima de sua EMA de 50 dias, reforçando a estrutura de alta. Essa mudança técnica sugere uma melhora no ímpeto, à medida que os compradores retomam o controle após semanas de consolidação e hesitação nos preços. O ímpeto de alta continua a crescer à medida que os indicadores de volume e tendência se alinham. Se a confiança dos investidores se mantiver e a demanda permanecer estável, o preço do Bitcoin poderá estender sua valorização em direção a US$ 98.000. A sustentação de níveis acima da EMA de 50 dias fortaleceria a tendência de alta e manteria a perspectiva de curto prazo positiva. Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView No entanto, ainda existem riscos decorrentes da realização de lucros. Investidores de curto prazo em Bitcoin podem vender aproveitando a alta após a forte recuperação. Essa atividade poderia levar o BTC de volta a US$ 93.471 ou até mesmo US$ 91.298, apagando os ganhos recentes e invalidando a tese de alta caso o suporte falhe. Dash supera as expectativas As criptomoedas focadas em privacidade continuam sendo as favoritas dos investidores em meados de janeiro de 2026, superando o mercado cripto em geral. A Dash liderou as altcoins hoje, após uma alta de 48,5%, refletindo a demanda renovada por ativos com foco em privacidade. O crescente apetite por risco e o impulso de setores específicos continuam a direcionar capital para tokens de privacidade consolidados como a DASH. A Dash está sendo negociado perto de US$ 58, logo abaixo da resistência de US$ 59, após subir de US$ 37 em 24 horas. Essa alta representa o maior valor em quase dois meses. Se a convicção dos investidores se mantiver e o volume de negociação continuar favorável, o preço da DASH poderá estender seus ganhos para US$ 63 e, potencialmente, para níveis ainda mais altos. Análise de preço do DASH. Fonte: TradingView Os riscos de queda persistem caso o sentimento do mercado mude. Realizações de lucros ou condições de mercado mais fracas podem pressionar o preço da Dash para baixo. Uma reversão pode levar a DASH para perto de US$ 53, com vendas mais intensas expondo o nível de US$ 44. A perda desses suportes invalidaria a tese de alta e apagaria grande parte dos ganhos recentes.

Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 14/01/2025?

A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e do Bitcoin (BTC) disparou, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos EUA se manteve estável em dezembro de 2025. Após a divulgação do relatório do Departamento de Estatísticas do Trabalho (BLS), os tokens de criptomoedas subiram vertiginosamente, resultando em ganhos para as altcoins. Os tokens de privacidade continuaram a dominar o mercado, com a Dash (DASH) registrando uma alta de 48% em 24 horas.

Nas notícias de hoje:

Os acionistas da Strive aprovaram a aquisição da Semler Scientific , mas um grupamento de ações inesperado na proporção de 1 para 20 provocou uma onda de vendas de ações de ambas as empresas. O negócio, totalmente em ações, transfere os 5.048 BTC da Semler para a Strive, elevando o total da empresa combinada para quase 12.798 BTC e tornando-a a 11ª maior detentora corporativa.

A Rússia está avançando com uma legislação que permitiria a investidores não qualificados participar do mercado de criptomoedas do país. Um projeto de lei está pronto e deve ser analisado durante a sessão de primavera do parlamento, de acordo com funcionários da Duma Estatal.

O mercado de criptomoedas dispara

A capitalização total do mercado de criptomoedas subiu para US$ 3,21 trilhões, um aumento de US$ 143 bilhões em 24 horas. A TOTAL está tentando transformar os US$ 3,21 trilhões em uma zona de suporte. A manutenção desse nível sinalizaria uma melhora na estrutura do mercado e confirmaria a renovada confiança entre os investidores após a recente volatilidade nos principais ativos digitais.

O otimismo se fortaleceu após o índice de preços ao consumidor (IPC) dos EUA permanecer inalterado em 2,7% em relação ao ano anterior. Dados estáveis ​​de inflação impulsionaram o apetite por risco, elevando o Bitcoin e as altcoins. Esse cenário macroeconômico favorável posiciona a TOTAL para uma valorização em direção a US$ 3,26 trilhões, desde que o ímpeto e os fluxos de capital se mantenham consistentes no curto prazo.

Análise de preço TOTAL. Fonte: TradingView

Apesar da força, os riscos de queda persistem, uma vez que pode haver realização de lucros. Os investidores podem concretizar os ganhos recentes após a forte alta. Se a pressão vendedora aumentar, a TOTAL poderá perder US$ 3,21 trilhões e revisitar os US$ 3,16 trilhões, um suporte previamente testado que determinará se a tendência de alta pode se sustentar.

Bitcoin finalmente ultrapassa a marca de US$ 95 mil

O Bitcoin está sendo negociado próximo a US$ 95.375, mantendo-se firmemente acima do nível de suporte de US$ 95 mil. Uma alta diária de 4,5% impulsionou o BTC acima de sua EMA de 50 dias, reforçando a estrutura de alta. Essa mudança técnica sugere uma melhora no ímpeto, à medida que os compradores retomam o controle após semanas de consolidação e hesitação nos preços.

O ímpeto de alta continua a crescer à medida que os indicadores de volume e tendência se alinham. Se a confiança dos investidores se mantiver e a demanda permanecer estável, o preço do Bitcoin poderá estender sua valorização em direção a US$ 98.000. A sustentação de níveis acima da EMA de 50 dias fortaleceria a tendência de alta e manteria a perspectiva de curto prazo positiva.

Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView

No entanto, ainda existem riscos decorrentes da realização de lucros. Investidores de curto prazo em Bitcoin podem vender aproveitando a alta após a forte recuperação. Essa atividade poderia levar o BTC de volta a US$ 93.471 ou até mesmo US$ 91.298, apagando os ganhos recentes e invalidando a tese de alta caso o suporte falhe.

Dash supera as expectativas

As criptomoedas focadas em privacidade continuam sendo as favoritas dos investidores em meados de janeiro de 2026, superando o mercado cripto em geral. A Dash liderou as altcoins hoje, após uma alta de 48,5%, refletindo a demanda renovada por ativos com foco em privacidade. O crescente apetite por risco e o impulso de setores específicos continuam a direcionar capital para tokens de privacidade consolidados como a DASH.

A Dash está sendo negociado perto de US$ 58, logo abaixo da resistência de US$ 59, após subir de US$ 37 em 24 horas. Essa alta representa o maior valor em quase dois meses. Se a convicção dos investidores se mantiver e o volume de negociação continuar favorável, o preço da DASH poderá estender seus ganhos para US$ 63 e, potencialmente, para níveis ainda mais altos.

Análise de preço do DASH. Fonte: TradingView

Os riscos de queda persistem caso o sentimento do mercado mude. Realizações de lucros ou condições de mercado mais fracas podem pressionar o preço da Dash para baixo. Uma reversão pode levar a DASH para perto de US$ 53, com vendas mais intensas expondo o nível de US$ 44. A perda desses suportes invalidaria a tese de alta e apagaria grande parte dos ganhos recentes.
Mercado cripto pode reagir em 2026 com três catalisadores decisivos no radarA liquidez do mercado cripto ficou desigual em 2025, segundo a market maker Wintermute. O capital de investidores concentrou-se em um pequeno grupo de tokens, enquanto grande parte do mercado enfrentou dificuldades para ganhar fôlego. À medida que o mercado cripto se distancia dos ciclos anteriores, a empresa identificou três fatores importantes que podem abrir caminho para uma recuperação mais ampla em 2026. Liquidez de cripto ficou concentrada no topo em 2025 No relatório de 2025 sobre o mercado OTC de ativos digitais, a Wintermute apontou que o ano colocou em xeque muitas das premissas do segmento de criptomoedas. O documento também destacou uma mudança ampla no funcionamento da liquidez no setor. Normalmente, nos mercados cripto, o capital seguia um padrão cíclico, iniciando pelo Bitcoin como principal porta de entrada, migrando depois para o Ethereum quando o ritmo do BTC diminuía. Depois, os recursos passavam para altcoins de grande capitalização e posteriormente para as de menor porte conforme o apetite ao risco aumentava. Entretanto, isso não ocorreu em 2025. A market maker apurou que, em 2025, a movimentação ficou fortemente centralizada em Bitcoin e Ethereum, além de um pequeno núcleo de tokens de grande capitalização. Dessa forma, a liquidez se tornou cada vez mais concentrada, com o capital se agrupando em grandes ativos, sem se espalhar de modo generalizado pelo mercado. “O capital deixou de se espalhar por todo o mercado. Agora, a liquidez ficou mais restrita e distribuída de forma desigual, provocando maior divergência nos retornos e movimentação”, destacou o relatório. Dinâmica da liquidez em 2025. Fonte: Wintermute Segundo a análise, essa transformação foi impulsionada por fundos negociados em bolsa (ETFs) e tesourarias de ativos digitais (DATs). Até pouco tempo, stablecoins e aportes diretos eram as principais portas de entrada no mercado cripto. “Contudo, ETFs e DATs alteraram estruturalmente o direcionamento da liquidez no ecossistema”, relatou a Wintermute. “Como citado, seus mandatos estão se expandindo e começam a admitir exposição além de BTC e ETH, entrando principalmente em outros tokens de grande capitalização; porém, esse movimento é gradual, então os benefícios para a altcoin vão demorar a aparecer.” O resultado foi a retração do alcance do mercado e o aumento das divergências nos retornos, indicando alocação de recursos de forma mais seletiva, e não rotacionalmente. Esse comportamento é perceptível nos desempenhos dos setores de altcoin e memecoin. O relatório enfatizou que a duração das altas das altcoins caiu consideravelmente em relação a anos anteriores. Entre 2022 e 2024, os ralis costumavam durar de 45 a 60 dias. Já em 2025, houve uma forte queda na duração, com a persistência média dos ralis recuando para cerca de 20 dias. O declínio ocorreu mesmo diante do surgimento constante de novos temas, como launchpads de memecoins, DEXs perpétuas e a narrativa x402. “Essas narrativas trouxeram picos pontuais de atividade, mas não resultaram em altas duradouras e abrangentes. Isso reflete ambiente macroeconômico instável, exaustão do mercado após excessos do ano anterior e insuficiente liquidez em altcoins para sustentar tendências além da primeira fase. Assim, as altas das altcoins tiveram mais perfil tático do que de movimentos de convicção”, observou o relatório. A Wintermute também destacou o desempenho das memecoins em 2025. O estudo revelou que a capitalização agregada dessas moedas caiu expressivamente após o primeiro trimestre. Além disso, o segmento não conseguiu retomar faixas relevantes de suporte. Pequenos picos de movimentação chegaram a ocorrer, mas não conseguiram reverter a tendência predominante de queda. O relatório mencionou episódios curtos de volatilidade, como a disputa entre os launchpads de memecoins Pump.fun e LetsBonk em julho, ilustrando o interesse localizado de negociação que não se traduziu em retomada consistente do mercado. Wintermute apresenta três cenários para uma recuperação mais ampla do mercado em 2026 A Wintermute afirmou que uma reversão do cenário de 2025 exigiria pelo menos um dos três fatores a seguir: Maior exposição institucional: A maior parte da nova liquidez em cripto chega por ETFs e tesourarias de ativos digitais, mas segue concentrada. Uma recuperação mais ampla dependeria da “ampliação do universo investível”. Nova força dos grandes ativos: Um forte rali de Bitcoin ou Ethereum poderia criar efeito de riqueza. Porém, não está claro se o capital fluiria para o restante do mercado. Volta da atenção do investidor pessoa física: Uma mudança do interesse em ações de volta para cripto poderia trazer novos aportes, embora a Wintermute considere esse cenário menos provável. O relatório conclui que, em 2026, o mercado dependerá de um desses catalisadores para expandir a liquidez além dos grandes ativos.

Mercado cripto pode reagir em 2026 com três catalisadores decisivos no radar

A liquidez do mercado cripto ficou desigual em 2025, segundo a market maker Wintermute. O capital de investidores concentrou-se em um pequeno grupo de tokens, enquanto grande parte do mercado enfrentou dificuldades para ganhar fôlego.

À medida que o mercado cripto se distancia dos ciclos anteriores, a empresa identificou três fatores importantes que podem abrir caminho para uma recuperação mais ampla em 2026.

Liquidez de cripto ficou concentrada no topo em 2025

No relatório de 2025 sobre o mercado OTC de ativos digitais, a Wintermute apontou que o ano colocou em xeque muitas das premissas do segmento de criptomoedas. O documento também destacou uma mudança ampla no funcionamento da liquidez no setor.

Normalmente, nos mercados cripto, o capital seguia um padrão cíclico, iniciando pelo Bitcoin como principal porta de entrada, migrando depois para o Ethereum quando o ritmo do BTC diminuía.

Depois, os recursos passavam para altcoins de grande capitalização e posteriormente para as de menor porte conforme o apetite ao risco aumentava. Entretanto, isso não ocorreu em 2025.

A market maker apurou que, em 2025, a movimentação ficou fortemente centralizada em Bitcoin e Ethereum, além de um pequeno núcleo de tokens de grande capitalização. Dessa forma, a liquidez se tornou cada vez mais concentrada, com o capital se agrupando em grandes ativos, sem se espalhar de modo generalizado pelo mercado.

“O capital deixou de se espalhar por todo o mercado. Agora, a liquidez ficou mais restrita e distribuída de forma desigual, provocando maior divergência nos retornos e movimentação”, destacou o relatório.

Dinâmica da liquidez em 2025. Fonte: Wintermute

Segundo a análise, essa transformação foi impulsionada por fundos negociados em bolsa (ETFs) e tesourarias de ativos digitais (DATs). Até pouco tempo, stablecoins e aportes diretos eram as principais portas de entrada no mercado cripto.

“Contudo, ETFs e DATs alteraram estruturalmente o direcionamento da liquidez no ecossistema”, relatou a Wintermute. “Como citado, seus mandatos estão se expandindo e começam a admitir exposição além de BTC e ETH, entrando principalmente em outros tokens de grande capitalização; porém, esse movimento é gradual, então os benefícios para a altcoin vão demorar a aparecer.”

O resultado foi a retração do alcance do mercado e o aumento das divergências nos retornos, indicando alocação de recursos de forma mais seletiva, e não rotacionalmente. Esse comportamento é perceptível nos desempenhos dos setores de altcoin e memecoin.

O relatório enfatizou que a duração das altas das altcoins caiu consideravelmente em relação a anos anteriores. Entre 2022 e 2024, os ralis costumavam durar de 45 a 60 dias.

Já em 2025, houve uma forte queda na duração, com a persistência média dos ralis recuando para cerca de 20 dias. O declínio ocorreu mesmo diante do surgimento constante de novos temas, como launchpads de memecoins, DEXs perpétuas e a narrativa x402.

“Essas narrativas trouxeram picos pontuais de atividade, mas não resultaram em altas duradouras e abrangentes. Isso reflete ambiente macroeconômico instável, exaustão do mercado após excessos do ano anterior e insuficiente liquidez em altcoins para sustentar tendências além da primeira fase. Assim, as altas das altcoins tiveram mais perfil tático do que de movimentos de convicção”, observou o relatório.

A Wintermute também destacou o desempenho das memecoins em 2025. O estudo revelou que a capitalização agregada dessas moedas caiu expressivamente após o primeiro trimestre. Além disso, o segmento não conseguiu retomar faixas relevantes de suporte. Pequenos picos de movimentação chegaram a ocorrer, mas não conseguiram reverter a tendência predominante de queda.

O relatório mencionou episódios curtos de volatilidade, como a disputa entre os launchpads de memecoins Pump.fun e LetsBonk em julho, ilustrando o interesse localizado de negociação que não se traduziu em retomada consistente do mercado.

Wintermute apresenta três cenários para uma recuperação mais ampla do mercado em 2026

A Wintermute afirmou que uma reversão do cenário de 2025 exigiria pelo menos um dos três fatores a seguir:

Maior exposição institucional: A maior parte da nova liquidez em cripto chega por ETFs e tesourarias de ativos digitais, mas segue concentrada. Uma recuperação mais ampla dependeria da “ampliação do universo investível”.

Nova força dos grandes ativos: Um forte rali de Bitcoin ou Ethereum poderia criar efeito de riqueza. Porém, não está claro se o capital fluiria para o restante do mercado.

Volta da atenção do investidor pessoa física: Uma mudança do interesse em ações de volta para cripto poderia trazer novos aportes, embora a Wintermute considere esse cenário menos provável.

O relatório conclui que, em 2026, o mercado dependerá de um desses catalisadores para expandir a liquidez além dos grandes ativos.
Bitcoin atinge maior valor em 50 dias com escalada das tensões entre EUA e IrãO Bitcoin ultrapassou US$ 95.000 nesta terça-feira, atingindo o maior patamar em mais de 50 dias, impulsionado por uma combinação de sinais de alívio na inflação dos EUA e o aumento de tensões geopolíticas, o que levou a uma movimentação expressiva nos mercados de cripto. O movimento de alta ocorreu após um alerta do Departamento de Estado dos EUA orientando cidadãos americanos a “… deixem o Irã agora” e a se prepararem para possíveis quedas prolongadas de comunicação. O aviso foi emitido em meio à onda de protestos em diversos pontos do Irã e ao endurecimento do discurso de Washington sobre Teerã, aumentando temores de uma ampliação do conflito regional. CPI dos EUA elimina risco macroeconômico enquanto tensão geopolítica reforça papel do bitcoin como proteção A recomendação de viagem dos EUA ao Irã funcionou como mais um impulso. Em cenários de risco de guerra, mercados costumam buscar ativos alternativos ou vistos como refúgio. O Bitcoin tem se consolidado como proteção diante de crises globais. O risco de escalada no Oriente Médio, aliado aos bloqueios da internet no Irã, reforçou a função da moeda como ativo fora do controle estatal. Com a intensificação das notícias, negociadores aceleraram compras em Bitcoin e outros ativos cripto de alta liquidez. O Bitcoin, que iniciou o dia próximo de US$ 91.000, saltou mais de 5% em poucas horas. O mercado mais amplo também acompanhou o movimento, com fortes altas de Ethereum, Solana e XRP. A alta começou mais cedo, após o Índice de Preços ao Consumidor dos EUA indicar inflação estável. Os preços seguem subindo, mas sem aceleração. Esse cenário é relevante para o setor de cripto. Com inflação sob controle, o Federal Reserve não precisa aumentar juros, minimizando o risco de recessão provocada por ajuste agressivo. Para quem investe, isso representa ambiente mais favorável à manutenção de ativos de risco como o Bitcoin. O CPI afastou um dos principais riscos de queda justamente enquanto o ativo se estabilizava após semanas de vendas relacionadas a ETFs. Gráfico de preços do Bitcoin em 24 horas de 13 de janeiro de 2026. Fonte: CoinGecko Sinais de mercado em alta estão se formando novamente O movimento não foi inesperado. No início de janeiro, ETFs de Bitcoin à vista dos EUA registraram mais de US$ 6 bilhões em saídas, quando investidores da alta de outubro deixaram o mercado acumulando perdas. Esse volume pressionou o Bitcoin para próximo da faixa de custo dos ETFs, em torno de US$ 86.000, onde a pressão diminuiu. Os fluxos dos ETFs se estabilizaram desde então, apontando que a fase mais intensa de vendas ficou para trás. Ao mesmo tempo, dados de exchanges indicaram que compradores globais absorveram a oferta resultante dessas vendas, enquanto instituições dos EUA preferiram esperar em vez de deixarem o mercado. O prêmio da Coinbase ficou negativo, o que sinaliza cautela, e não liquidação. Gráfico de quedas dos ETFs de Bitcoin. Fonte: CryptoQuant Bitcoin pode recuperar US$ 100 mil? O ativo voltou a superar US$ 93.000 após a divulgação do CPI, mostrando que a pressão vendedora perdeu força. O rompimento de US$ 95.000 confirmou a presença de nova demanda. Com inflação controlada e a pressão dos ETFs diminuindo, o fator geopolítico foi o gatilho que estimulou nova alocação de capitais ao mercado. Por ora, o Bitcoin retoma tração após ajuste de ciclo intermediário. Se houver retomada de entradas nos ETFs e o risco geopolítico permanecer elevado, estrategistas projetam o teste dos US$ 100.000 como novo patamar relevante. O movimento atual indica que o Bitcoin segue atuando tanto como ativo macroeconômico quanto proteção diante de crises, em um cenário internacional mais instável.

Bitcoin atinge maior valor em 50 dias com escalada das tensões entre EUA e Irã

O Bitcoin ultrapassou US$ 95.000 nesta terça-feira, atingindo o maior patamar em mais de 50 dias, impulsionado por uma combinação de sinais de alívio na inflação dos EUA e o aumento de tensões geopolíticas, o que levou a uma movimentação expressiva nos mercados de cripto.

O movimento de alta ocorreu após um alerta do Departamento de Estado dos EUA orientando cidadãos americanos a “… deixem o Irã agora” e a se prepararem para possíveis quedas prolongadas de comunicação.

O aviso foi emitido em meio à onda de protestos em diversos pontos do Irã e ao endurecimento do discurso de Washington sobre Teerã, aumentando temores de uma ampliação do conflito regional.

CPI dos EUA elimina risco macroeconômico enquanto tensão geopolítica reforça papel do bitcoin como proteção

A recomendação de viagem dos EUA ao Irã funcionou como mais um impulso. Em cenários de risco de guerra, mercados costumam buscar ativos alternativos ou vistos como refúgio.

O Bitcoin tem se consolidado como proteção diante de crises globais. O risco de escalada no Oriente Médio, aliado aos bloqueios da internet no Irã, reforçou a função da moeda como ativo fora do controle estatal.

Com a intensificação das notícias, negociadores aceleraram compras em Bitcoin e outros ativos cripto de alta liquidez.

O Bitcoin, que iniciou o dia próximo de US$ 91.000, saltou mais de 5% em poucas horas. O mercado mais amplo também acompanhou o movimento, com fortes altas de Ethereum, Solana e XRP.

A alta começou mais cedo, após o Índice de Preços ao Consumidor dos EUA indicar inflação estável. Os preços seguem subindo, mas sem aceleração.

Esse cenário é relevante para o setor de cripto. Com inflação sob controle, o Federal Reserve não precisa aumentar juros, minimizando o risco de recessão provocada por ajuste agressivo.

Para quem investe, isso representa ambiente mais favorável à manutenção de ativos de risco como o Bitcoin. O CPI afastou um dos principais riscos de queda justamente enquanto o ativo se estabilizava após semanas de vendas relacionadas a ETFs.

Gráfico de preços do Bitcoin em 24 horas de 13 de janeiro de 2026. Fonte: CoinGecko Sinais de mercado em alta estão se formando novamente

O movimento não foi inesperado. No início de janeiro, ETFs de Bitcoin à vista dos EUA registraram mais de US$ 6 bilhões em saídas, quando investidores da alta de outubro deixaram o mercado acumulando perdas.

Esse volume pressionou o Bitcoin para próximo da faixa de custo dos ETFs, em torno de US$ 86.000, onde a pressão diminuiu. Os fluxos dos ETFs se estabilizaram desde então, apontando que a fase mais intensa de vendas ficou para trás.

Ao mesmo tempo, dados de exchanges indicaram que compradores globais absorveram a oferta resultante dessas vendas, enquanto instituições dos EUA preferiram esperar em vez de deixarem o mercado. O prêmio da Coinbase ficou negativo, o que sinaliza cautela, e não liquidação.

Gráfico de quedas dos ETFs de Bitcoin. Fonte: CryptoQuant Bitcoin pode recuperar US$ 100 mil?

O ativo voltou a superar US$ 93.000 após a divulgação do CPI, mostrando que a pressão vendedora perdeu força. O rompimento de US$ 95.000 confirmou a presença de nova demanda.

Com inflação controlada e a pressão dos ETFs diminuindo, o fator geopolítico foi o gatilho que estimulou nova alocação de capitais ao mercado.

Por ora, o Bitcoin retoma tração após ajuste de ciclo intermediário. Se houver retomada de entradas nos ETFs e o risco geopolítico permanecer elevado, estrategistas projetam o teste dos US$ 100.000 como novo patamar relevante.

O movimento atual indica que o Bitcoin segue atuando tanto como ativo macroeconômico quanto proteção diante de crises, em um cenário internacional mais instável.
Monero se aproxima de US$ 700, mas risco de queda aumentaA Monero segue em destaque à medida que o aumento de preço leva a criptomoeda voltada à privacidade para patamares inéditos. A XMR registrou um novo recorde histórico de US$ 690 durante uma valorização intradiária, mantendo uma trajetória histórica. No entanto, sinais de superaquecimento começam a surgir, pois os ganhos movidos por impulso avançam mais rapidamente que os fundamentos subjacentes. Monero está em alta A atenção dos investidores em torno da Monero se intensificou consideravelmente. Dados da Santiment indicam que o interesse social envolvendo a XMR alcançou níveis expressivos. Grande parte desse entusiasmo decorre do receio de ficar de fora (FOMO). No entanto, o aumento do engajamento social já precedeu topos locais anteriormente. Quando a empolgação supera a demanda sustentável, reversões de preço costumam ocorrer. privacidade em blockchain. Desenvolvimento e atividade social da Monero. Fonte: Santiment A privacidade segue como o principal diferencial da Monero, especialmente diante das crescentes críticas regulatórias nos mercados de cripto. Em entrevista ao BeInCrypto, Vikrant Sharma, fundador e CEO da Cake Wallet, destacou que a recente movimentação de preço sugere que o mercado começa a valorizar a privacidade como um atributo financeiro escasso e estratégico. “A Monero está subindo porque oferece algo que a maioria dos ativos cripto não possui: privacidade financeira padrão, sem opção de desativação, em um mundo que caminha rapidamente para a vigilância. À medida que governos ampliam exigências de AML, KYC e monitoramento on-chain, a tecnologia da Monero ganha validação. Pressões regulatórias e remoções em exchanges reduziram o acesso especulativo, mas aumentaram a convicção de quem realmente busca dinheiro resistente à censura”, afirmou Sharma. Outro ponto de cautela é que a atividade de desenvolvimento da Monero ficou para trás em relação à valorização de preço. O menor engajamento de desenvolvedores gera preocupação quanto à sustentabilidade a longo prazo. Quando a especulação supera o avanço do ecossistema, o mercado frequentemente corrige para ajustar expectativas. Sinais de superaquecimento da XMR aparecem O Índice de Fluxo de Dinheiro (MFI) entrou decisivamente em território de sobrecompra. Esta é a primeira vez desde setembro de 2025 que se observa tal sinalização. O MFI mede a pressão de compra e venda utilizando preço e volume, indicando quando a acumulação se torna saturada. Em ciclos anteriores, a sobrecompra no MFI coincidiu com fases de realização de lucros. Enquanto a Monero evitou uma forte queda há quatro meses, o contexto atual é distinto. Os preços atingiram níveis recordes, ampliando os incentivos para investidores realizarem ganhos. MFI da Monero. Fonte: TradingView Comportamentos de realização de lucro tendem a se intensificar próximos de marcos psicológicos. Como a Monero negocia em patamares históricos, até mesmo vendas moderadas podem aumentar a volatilidade negativa. A manutenção da valorização depende da postura dos investidores de longo prazo. Preço da XMR vai se manter ou sofrer reversão? A Monero se mantém próxima de US$ 666, após registrar o novo topo histórico em US$ 690. O rali parou pouco antes do patamar psicológico de US$ 700. Ultrapassar esse nível tende a se tornar mais desafiador diante das condições atuais. Indicadores técnicos e de sentimento apontam que o risco de correção está crescendo. Uma reversão pode interromper a sequência de máximas históricas, levando a XMR para US$ 600. Caso a realização de lucros se amplie nos mercados à vista, uma correção mais acentuada pode levar o preço até US$ 560. Análise de preço da Monero. Fonte: TradingView Um cenário otimista ainda é possível. Se a pressão de compra persistir e os investidores postergarem vendas, a Monero pode superar o patamar de US$ 700 com firmeza. Um impulso sustentado abriria espaço para alcançar US$ 750. Com isso, a tese de queda seria invalidada e a fase de rompimento seria ampliada.

Monero se aproxima de US$ 700, mas risco de queda aumenta

A Monero segue em destaque à medida que o aumento de preço leva a criptomoeda voltada à privacidade para patamares inéditos. A XMR registrou um novo recorde histórico de US$ 690 durante uma valorização intradiária, mantendo uma trajetória histórica.

No entanto, sinais de superaquecimento começam a surgir, pois os ganhos movidos por impulso avançam mais rapidamente que os fundamentos subjacentes.

Monero está em alta

A atenção dos investidores em torno da Monero se intensificou consideravelmente. Dados da Santiment indicam que o interesse social envolvendo a XMR alcançou níveis expressivos. Grande parte desse entusiasmo decorre do receio de ficar de fora (FOMO).

No entanto, o aumento do engajamento social já precedeu topos locais anteriormente. Quando a empolgação supera a demanda sustentável, reversões de preço costumam ocorrer. privacidade em blockchain.

Desenvolvimento e atividade social da Monero. Fonte: Santiment

A privacidade segue como o principal diferencial da Monero, especialmente diante das crescentes críticas regulatórias nos mercados de cripto. Em entrevista ao BeInCrypto, Vikrant Sharma, fundador e CEO da Cake Wallet, destacou que a recente movimentação de preço sugere que o mercado começa a valorizar a privacidade como um atributo financeiro escasso e estratégico.

“A Monero está subindo porque oferece algo que a maioria dos ativos cripto não possui: privacidade financeira padrão, sem opção de desativação, em um mundo que caminha rapidamente para a vigilância. À medida que governos ampliam exigências de AML, KYC e monitoramento on-chain, a tecnologia da Monero ganha validação. Pressões regulatórias e remoções em exchanges reduziram o acesso especulativo, mas aumentaram a convicção de quem realmente busca dinheiro resistente à censura”, afirmou Sharma.

Outro ponto de cautela é que a atividade de desenvolvimento da Monero ficou para trás em relação à valorização de preço. O menor engajamento de desenvolvedores gera preocupação quanto à sustentabilidade a longo prazo. Quando a especulação supera o avanço do ecossistema, o mercado frequentemente corrige para ajustar expectativas.

Sinais de superaquecimento da XMR aparecem

O Índice de Fluxo de Dinheiro (MFI) entrou decisivamente em território de sobrecompra. Esta é a primeira vez desde setembro de 2025 que se observa tal sinalização. O MFI mede a pressão de compra e venda utilizando preço e volume, indicando quando a acumulação se torna saturada.

Em ciclos anteriores, a sobrecompra no MFI coincidiu com fases de realização de lucros. Enquanto a Monero evitou uma forte queda há quatro meses, o contexto atual é distinto. Os preços atingiram níveis recordes, ampliando os incentivos para investidores realizarem ganhos.

MFI da Monero. Fonte: TradingView

Comportamentos de realização de lucro tendem a se intensificar próximos de marcos psicológicos. Como a Monero negocia em patamares históricos, até mesmo vendas moderadas podem aumentar a volatilidade negativa. A manutenção da valorização depende da postura dos investidores de longo prazo.

Preço da XMR vai se manter ou sofrer reversão?

A Monero se mantém próxima de US$ 666, após registrar o novo topo histórico em US$ 690. O rali parou pouco antes do patamar psicológico de US$ 700. Ultrapassar esse nível tende a se tornar mais desafiador diante das condições atuais.

Indicadores técnicos e de sentimento apontam que o risco de correção está crescendo. Uma reversão pode interromper a sequência de máximas históricas, levando a XMR para US$ 600. Caso a realização de lucros se amplie nos mercados à vista, uma correção mais acentuada pode levar o preço até US$ 560.

Análise de preço da Monero. Fonte: TradingView

Um cenário otimista ainda é possível. Se a pressão de compra persistir e os investidores postergarem vendas, a Monero pode superar o patamar de US$ 700 com firmeza. Um impulso sustentado abriria espaço para alcançar US$ 750. Com isso, a tese de queda seria invalidada e a fase de rompimento seria ampliada.
Bitcoin ultrapassa US$ 93 mil com inflação dos EUA surpreendendo para baixoO Bitcoin voltou a superar US$ 93 mil nesta terça-feira (13) após os dados mais recentes de inflação dos EUA indicarem que as pressões sobre os preços permanecem sob controle. O movimento sinaliza o retorno do apetite por risco após semanas de vendas motivadas por ETFs. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) mostrou que a inflação avança em ritmo estável, porém moderado. Os preços não estão mais disparando, mas também não colapsam. Esse equilíbrio reduz a chance de novos aumentos nas taxas de juros e favorece ativos que se beneficiam da liquidez estável, incluindo o Bitcoin. O relatório do CPI apontou que a inflação gira em torno de 2,7% ao ano. Isso significa que os preços ainda avançam, porém de maneira muito menos dinâmica do que durante o choque inflacionário de 2022 e 2023. Para as famílias, isso representa custos de vida elevados, mas sem alta acelerada. No mercado, o cenário permite que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros estáveis, em vez de adotar medidas mais restritivas. Esse contexto tende a favorecer ativos de risco. Quando a inflação nem acelera, nem desacelera, investidores se mostram mais dispostos a manter ativos como ações e cripto. O Bitcoin reagiu rapidamente. Após ser negociado próximo de US$ 90.000 mais cedo, a cotação ganhou força à medida que o CPI afastou os temores de um aperto monetário. Preço do Bitcoin sobe acima de US$ 93.000 após dados do CPI dos EUA. Fonte: CoinGecko Reação do Bitcoin reflete mais do que alívio macroeconômico O impulso provocado pelo CPI não ocorreu isoladamente. Surgiu enquanto o Bitcoin já sinalizava estabilização depois de uma forte correção motivada por ETFs. No início de janeiro, mais de 6 bilhões de dólares foram sacados dos ETFs de Bitcoin à vista dos EUA. Esses recursos vieram de investidores que compraram perto do pico de outubro e saíram após a queda nos preços. No entanto, essas saídas diminuíram. O Bitcoin agora é negociado próximo da média de custo dos ETFs, por volta de US$ 86.000. Esse patamar tende a funcionar como suporte, depois da saída dos investidores mais sensíveis. As compras nos EUA, medidas pelo Coinbase Premium Index, seguem em ritmo moderado. O indicador reflete que as instituições reduziram suas operações após liquidações dos ETFs. Mesmo assim, o Bitcoin manteve sua faixa de preço apesar do volume elevado migrando para as exchanges. Isso indica que investidores globais absorvem a oferta liberada pelos ETFs. Fluxo líquido total de Bitcoin em exchanges. Fonte: CryptoQuant Caminho de volta aos US$ 100 mil em breve? O Bitcoin agora consolida suporte entre US$ 88 mil e US$ 92 mil. Os dados do CPI afastam um relevante risco macroeconômico, enquanto informações on-chain e sobre ETFs sugerem que o processo de correção já está bastante avançado. Caso os fluxos dos ETFs se estabilizem e os compradores dos EUA voltem, o Bitcoin pode recuperar US$ 95 mil no curto prazo. Uma movimentação em direção aos US$ 100 mil se torna mais provável ainda neste trimestre caso a demanda seja ampliada. No cenário atual, o relatório do CPI publicado hoje reforça a tendência de que o Bitcoin atravessa uma pausa antes de possível nova alta, e não está no início de um novo mercado de baixa.

Bitcoin ultrapassa US$ 93 mil com inflação dos EUA surpreendendo para baixo

O Bitcoin voltou a superar US$ 93 mil nesta terça-feira (13) após os dados mais recentes de inflação dos EUA indicarem que as pressões sobre os preços permanecem sob controle. O movimento sinaliza o retorno do apetite por risco após semanas de vendas motivadas por ETFs.

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) mostrou que a inflação avança em ritmo estável, porém moderado. Os preços não estão mais disparando, mas também não colapsam. Esse equilíbrio reduz a chance de novos aumentos nas taxas de juros e favorece ativos que se beneficiam da liquidez estável, incluindo o Bitcoin.

O relatório do CPI apontou que a inflação gira em torno de 2,7% ao ano. Isso significa que os preços ainda avançam, porém de maneira muito menos dinâmica do que durante o choque inflacionário de 2022 e 2023.

Para as famílias, isso representa custos de vida elevados, mas sem alta acelerada.

No mercado, o cenário permite que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros estáveis, em vez de adotar medidas mais restritivas.

Esse contexto tende a favorecer ativos de risco. Quando a inflação nem acelera, nem desacelera, investidores se mostram mais dispostos a manter ativos como ações e cripto.

O Bitcoin reagiu rapidamente. Após ser negociado próximo de US$ 90.000 mais cedo, a cotação ganhou força à medida que o CPI afastou os temores de um aperto monetário.

Preço do Bitcoin sobe acima de US$ 93.000 após dados do CPI dos EUA. Fonte: CoinGecko Reação do Bitcoin reflete mais do que alívio macroeconômico

O impulso provocado pelo CPI não ocorreu isoladamente. Surgiu enquanto o Bitcoin já sinalizava estabilização depois de uma forte correção motivada por ETFs.

No início de janeiro, mais de 6 bilhões de dólares foram sacados dos ETFs de Bitcoin à vista dos EUA. Esses recursos vieram de investidores que compraram perto do pico de outubro e saíram após a queda nos preços.

No entanto, essas saídas diminuíram. O Bitcoin agora é negociado próximo da média de custo dos ETFs, por volta de US$ 86.000. Esse patamar tende a funcionar como suporte, depois da saída dos investidores mais sensíveis.

As compras nos EUA, medidas pelo Coinbase Premium Index, seguem em ritmo moderado. O indicador reflete que as instituições reduziram suas operações após liquidações dos ETFs.

Mesmo assim, o Bitcoin manteve sua faixa de preço apesar do volume elevado migrando para as exchanges. Isso indica que investidores globais absorvem a oferta liberada pelos ETFs.

Fluxo líquido total de Bitcoin em exchanges. Fonte: CryptoQuant Caminho de volta aos US$ 100 mil em breve?

O Bitcoin agora consolida suporte entre US$ 88 mil e US$ 92 mil. Os dados do CPI afastam um relevante risco macroeconômico, enquanto informações on-chain e sobre ETFs sugerem que o processo de correção já está bastante avançado.

Caso os fluxos dos ETFs se estabilizem e os compradores dos EUA voltem, o Bitcoin pode recuperar US$ 95 mil no curto prazo. Uma movimentação em direção aos US$ 100 mil se torna mais provável ainda neste trimestre caso a demanda seja ampliada.

No cenário atual, o relatório do CPI publicado hoje reforça a tendência de que o Bitcoin atravessa uma pausa antes de possível nova alta, e não está no início de um novo mercado de baixa.
Acordo UE-Mercosul impulsiona debate sobre stablecoinsA aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul pode elevar as exportações brasileiras em até US$ 7 bilhões, segundo estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil). O pacto cria um mercado de aproximadamente US$ 22 trilhões, reunindo mais de 700 milhões de consumidores entre os dois blocos. O aumento projetado no volume de comércio reforça um problema estrutural pouco discutido: enquanto acordos comerciais reduzem barreiras tarifárias, a infraestrutura de pagamentos internacionais permanece lenta e custosa. “Hoje, pagamentos internacionais ainda dependem de múltiplos intermediários, prazos imprevisíveis e estruturas pouco transparentes. Em cadeias longas, como as do agronegócio, essa ineficiência afeta diretamente o fluxo de caixa, planejamento financeiro e competitividade”, explica Nildson Alves, CEO da Onda Finance, fintech especializada em operações cambiais. Atualmente, transferências via SWIFT — sistema dominante no comércio global — levam entre 1 e 5 dias úteis para conclusão, com custos que variam de 2% a 5% sobre o valor da operação, segundo dados de instituições financeiras. Mercado de stablecoins atinge US$ 311 bilhões: acordo UE-Mercosul pode impulsionar ainda mais Nesse contexto, cresce o interesse por stablecoins como alternativa para pagamentos transfronteiriços. O mercado dessas criptomoedas lastreadas em moeda tradicional encerrou 2025 com capitalização de US$ 311 bilhões e registrou mais de US$ 28 trilhões em transações globais — volume que supera, somadas, as operações de Visa e Mastercard no período, segundo dados do Mercado Bitcoin. “As stablecoins permitem liquidação quase imediata, reduzem intermediários e diminuem custos. Mas o ganho mais relevante está no acesso direto à liquidez dolarizada, com previsibilidade e rastreabilidade”, afirma Alves. Para empresas exportadoras, a tecnologia significa reduzir exposição cambial no curto prazo e estruturar pagamentos internacionais de forma mais eficiente. A Bloomberg Intelligence projeta que os fluxos de pagamentos com stablecoins podem atingir US$ 56 trilhões até 2030, crescimento anual de 81% em relação aos US$ 2,9 trilhões registrados em 2025. Casos práticos no comércio exterior No Brasil, cerca de 70% a 80% das negociações de criptoativos já envolvem stablecoins, segundo análise da Bitybank. A fintech brasileira Lumx, especializada em pagamentos internacionais com essas moedas digitais, transacionou cerca de R$ 1 bilhão em 2025 atendendo 20 clientes corporativos. “Em uma exportação do Brasil para a Espanha, o modelo tradicional pode levar vários dias para concluir o pagamento, passando por diferentes bancos e sistemas. Com stablecoins, essa mesma operação pode ser liquidada em poucas horas, com rastreabilidade total da transação”, exemplifica o CEO da Onda Finance. Além disso, essa infraestrutura permite estruturar antecipação de recebíveis ou financiamento da operação, utilizando liquidez dolarizada de forma programática, com regras claras de liberação de recursos e garantias. Infraestrutura e regulação A adoção empresarial ainda enfrenta barreiras. A partir de 2026, empresas que operam com criptoativos no Brasil precisarão obter licenças que exigem capital de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões, segundo regulamentação em fase de implementação. Apesar disso, o ambiente regulatório vem evoluindo. A União Europeia aprovou em 2024 a regulamentação MiCA para ativos digitais, enquanto nos Estados Unidos a Lei GENIUS, sancionada em julho de 2025, criou estrutura para stablecoins. Empresas como Western Union e MoneyGram anunciaram integração de stablecoins em suas plataformas de remessas para 2026. “A evolução regulatória no Brasil e no exterior vem criando um ambiente cada vez mais favorável para esse tipo de infraestrutura. Empresas que se preparam desde já tendem a ganhar vantagem competitiva”, avalia o executivo da Onda Finance. Perspectivas Com a entrada em vigor do acordo UE-Mercosul, exportadores brasileiros terão maior volume de operações internacionais, sendo um contexto perfeito para a adoção das stablecoins. “Mais do que uma discussão sobre criptoativos, estamos falando da modernização da base financeira que sustenta o comércio internacional”, conclui Alves.

Acordo UE-Mercosul impulsiona debate sobre stablecoins

A aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul pode elevar as exportações brasileiras em até US$ 7 bilhões, segundo estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil). O pacto cria um mercado de aproximadamente US$ 22 trilhões, reunindo mais de 700 milhões de consumidores entre os dois blocos.

O aumento projetado no volume de comércio reforça um problema estrutural pouco discutido: enquanto acordos comerciais reduzem barreiras tarifárias, a infraestrutura de pagamentos internacionais permanece lenta e custosa.

“Hoje, pagamentos internacionais ainda dependem de múltiplos intermediários, prazos imprevisíveis e estruturas pouco transparentes. Em cadeias longas, como as do agronegócio, essa ineficiência afeta diretamente o fluxo de caixa, planejamento financeiro e competitividade”, explica Nildson Alves, CEO da Onda Finance, fintech especializada em operações cambiais.

Atualmente, transferências via SWIFT — sistema dominante no comércio global — levam entre 1 e 5 dias úteis para conclusão, com custos que variam de 2% a 5% sobre o valor da operação, segundo dados de instituições financeiras.

Mercado de stablecoins atinge US$ 311 bilhões: acordo UE-Mercosul pode impulsionar ainda mais

Nesse contexto, cresce o interesse por stablecoins como alternativa para pagamentos transfronteiriços. O mercado dessas criptomoedas lastreadas em moeda tradicional encerrou 2025 com capitalização de US$ 311 bilhões e registrou mais de US$ 28 trilhões em transações globais — volume que supera, somadas, as operações de Visa e Mastercard no período, segundo dados do Mercado Bitcoin.

“As stablecoins permitem liquidação quase imediata, reduzem intermediários e diminuem custos. Mas o ganho mais relevante está no acesso direto à liquidez dolarizada, com previsibilidade e rastreabilidade”, afirma Alves. Para empresas exportadoras, a tecnologia significa reduzir exposição cambial no curto prazo e estruturar pagamentos internacionais de forma mais eficiente.

A Bloomberg Intelligence projeta que os fluxos de pagamentos com stablecoins podem atingir US$ 56 trilhões até 2030, crescimento anual de 81% em relação aos US$ 2,9 trilhões registrados em 2025.

Casos práticos no comércio exterior

No Brasil, cerca de 70% a 80% das negociações de criptoativos já envolvem stablecoins, segundo análise da Bitybank. A fintech brasileira Lumx, especializada em pagamentos internacionais com essas moedas digitais, transacionou cerca de R$ 1 bilhão em 2025 atendendo 20 clientes corporativos.

“Em uma exportação do Brasil para a Espanha, o modelo tradicional pode levar vários dias para concluir o pagamento, passando por diferentes bancos e sistemas. Com stablecoins, essa mesma operação pode ser liquidada em poucas horas, com rastreabilidade total da transação”, exemplifica o CEO da Onda Finance.

Além disso, essa infraestrutura permite estruturar antecipação de recebíveis ou financiamento da operação, utilizando liquidez dolarizada de forma programática, com regras claras de liberação de recursos e garantias.

Infraestrutura e regulação

A adoção empresarial ainda enfrenta barreiras. A partir de 2026, empresas que operam com criptoativos no Brasil precisarão obter licenças que exigem capital de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões, segundo regulamentação em fase de implementação.

Apesar disso, o ambiente regulatório vem evoluindo. A União Europeia aprovou em 2024 a regulamentação MiCA para ativos digitais, enquanto nos Estados Unidos a Lei GENIUS, sancionada em julho de 2025, criou estrutura para stablecoins. Empresas como Western Union e MoneyGram anunciaram integração de stablecoins em suas plataformas de remessas para 2026.

“A evolução regulatória no Brasil e no exterior vem criando um ambiente cada vez mais favorável para esse tipo de infraestrutura. Empresas que se preparam desde já tendem a ganhar vantagem competitiva”, avalia o executivo da Onda Finance.

Perspectivas

Com a entrada em vigor do acordo UE-Mercosul, exportadores brasileiros terão maior volume de operações internacionais, sendo um contexto perfeito para a adoção das stablecoins. “Mais do que uma discussão sobre criptoativos, estamos falando da modernização da base financeira que sustenta o comércio internacional”, conclui Alves.
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